sábado, 30 de abril de 2011
Pr. Silas Malafaia X Centenário e PL 122
Cristo nosso Redentor
Deus não podia ter feito maior sacrifício do que este: Dar o seu próprio Filho para reconciliar consigo um mundo rebelde e perdido.
A transgressão de Adão trouxe a condenação e a morte a toda geração humana. "Por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram." Rom. 5:12. Deus decretou uma lei imutável: "A alma que pecar, essa morrerá." Ezequiel 18:4.
O pecado separa o homem de Deus. "As vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça." Isaías 59:2.
Para nos aproximarmos a Deus há só um caminho. Jesus disse: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14:6. "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos." I Tim. 2:5-6.
Deus, na sua infinita misericórdia e amor, planejou um meio pelo qual o pecador pode ser salvo. Deus enviou o Espírito Santo ao mundo para convencer homens pecaminosos da sua condição perdida e "não tendo esperança, e sem Deus no mundo", Efés. 2:12. Nunca poderemos entrar no céu nem permanecer na presença de Deus enquanto houver pecado na nossa conta. Temos que ser salvos do pecado pela expiação que Cristo consumou no Calvário, porque "sem derramamento de sangue não há remissão?Porquanto é o sangue que fará expiação pela alma," Heb. 9:22, Lev. 17:11.
Para salvar o homem perdido e pecaminoso do castigo correspondente à transgressão da lei, tinha que haver um substituto. Na Bíblia lemos: "Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna," João 3:16. "Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos," Isaías 53:5-6. "Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus," II Cor. 5:21.
Na cruz, Jesus exclamou: "Está consumado." Isto significa que estava concluído a obra da redenção. Jesus satisfez a justiça divina por nós?"Não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro que fostes resgatados, mas com o precioso sangue de Cristo," I Pd. 1:18-19. "Foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação," Ap. 5:9. "Também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito," I Pd. 3:18.
Todos aqueles que crêem em Jesus Cristo tem vida eterna. "Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida," I João 5:11-12. "A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome" João 1:12.
Jesus disse: "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida?Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece," João 5:24, 3:36.
"Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus," I João 5:13.
Créditos: David Alfred Zuhars, Jr.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Teria David Wilkerson profetizado sua morte em sua última mensagem?

Bem-aventurados os que crêem quando não há evidência de uma resposta à sua oração. Bem-aventurados aqueles que confiam além da esperança quando todos os meios têm fracassado.
Alguém tem chegado a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ente querido enfrenta a morte e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre mas este não ocorreu.
É neste momento, quando as fortalezas de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e questionamentos esmagadores como: "Onde está Deus? Você orou até não restar mais lágrimas, jejuou, parmaneceu nas promessas e confiou". Pensamentos blasfemos tomam a sua mente: "A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar mais a Deus, porém jamais voltarei a confiar n'Ele. Não vale a pena!" Até perguntas sobre a existência de Deus vêm à sua mente.
Tudo isto tem sido o mecanismo empregado por Satanás por séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todos os tempos viveram tais ataques demoníacos.
Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam estam palavra: O pranto durará algumas escuras e terríveis noites, mas em meio a esta escuridão, de repente você ouvirá o sussurro do Pai: "Eu estou contigo. Neste momento não posso dizer-te o porquê, porém um dia tudo fará sentido. Verás que tudo era parte do meu plano. Não foi um acidente. Não foi uma falha de tua parte. Agarra-te forte. Deixe que te abrace nesta hora de dor."
Amado, Deus nunca jamais deixou de agir com bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece. Mantenha a tua fé. Permaneça firme em Sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo.
Esta devocional foi publicada ontem no site do seu ministério, no mesmo dia em que ocorreu o trágico acidente.
David Wilkerson morreu ontem num acidente automobilístico, no estado do Texas, Estados Unidos. Ele dirigia um sedã Infinity e colidiu de frente com um caminhão. De acordo com o Departamento de Segurança daquele estado, Wilkerson não estava usando cinto de segurança. A esposa do ministro, Gwen Wilkerson, de 70 anos, usava o cinto e sobreviveu. Ela foi transportada de helicóptero para o East Texas Medical Center, de Jacksonville, e seu estado é grave. O motorista do caminhão, Frederick Braggs, de 38 anos, foi atendido no mesmo hospital, mas sofreu apenas ferimentos leves.
David Wilkerson é conhecido mundialmente pelo seu trabalho na evangelização de drogados e jovens marginais e também pelo livro A cruz e o punhal, que relata os primeiros anos de seu ministério. Ele é o fundador do Desafio Jovem, entidade internacional dedicada a recuperar jovens do mundo das drogas e do crime.
A morte de David Wilkerson, aos 79 anos, também cala uma das vozes mais poderosas contra os desvios doutrinários e as aberrações comportamentais que invadiram a Igreja nos últimos anos. Ele se mostrava profundamente angustiado com a situação e com a letargia do povo de Deus diante do avanço desses modismos, cobrando uma atitude dos cristãos. Ele dizia: “Nós nos agarramos a nossas retóricas religiosas e conversas sobre avivamento, mas nos tornamos tão passivos! A verdadeira paixão nasce da angústia. Toda verdadeira paixão por Cristo vem de um batismo de angústia”. Que a sua morte não seja motivo de esquecermos as suas palavras.
Fontes: CBN, The Washington Post, Palestine Herald Press. Via O Balido
Emancipação Eclesiástica em São Jerônimo da Serra
O dia (19/12/2010) já e um dia histórico para a AD em São Jerônimo da Serra. Os trabalhos iniciaram à tarde com inauguração da congregação de Terra Nova, local onde pastor Ival comprou o terreno e construiu a primeira igreja em seu ministério, agora reinaugurada um grande templo. Neste campo a AD de São José dos Pinhais mantém uma missionária na aldeia indígena.
Em todos os eventos estiveram presentes o Prefeito Municipal e o Presidente da Câmara de Vereadores que é membro da AD em São Jerônimo da Serra.
O culto de posse foi dirigido pelo Coordenador da 6ª Região Eclesiástica pastor João Carlos Vieira Vilande (Ibiporã) e também o relator pastor Jessé Figueira (Ibaiti); pastor Ival ministrou a Palavra de Deus e como sempre tem acontecido com salvação de almas. Pastor Nestor Krupinisk presidente da AD em Assaí foi quem deu autonomia do campo ao pastor Daniel Antonio.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Morre David Wilkerson em acidente nos Estados Unidos

O Pastor David Wilkerson, 79 anos, fundador da Igreja de Times Square, em Nova Iorque morreu nesta quarta-feira (27), em acidente de carro no Texas, de acordo com uma fonte próxima à CBN News.
Seu primo Rich Wilkerson confirmou a sua morte, por meio do Twitter. Ele confirmou a morte de “meu querido primo David Wilkerson”, que perdera “a vida num trágico acidente de carro esta tarde”, disse e após pediu orações. Ele deixa quatro filhos e 11 netos.
Wilkerson estava acompanhado de sua esposa Gwen. Ela foi levada para o hospital e os detalhes do acidente ainda não estão completos, conforme a CBNNews. Ela permanece em estado crítico.
Ele havia postado em seu blog, ainda hoje, um artigo em que fala sobre “quando tudo falhar”. Nele incentiva o enfrentamento diante de dificuldades, sempre com a firmeza na fé.
“Para quem vai pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: choro vai durar por algum escuro, noites horríveis, e em que a escuridão em breve você vai ouvir o sussurro do Pai: “Eu estou com você”, escreveu Wilkerson.
“Amado, Deus nunca deixou de agir, com bondade e amor. Quando falham todos os meios, o seu amor prevalece. Segure firme a sua fé. Permanecei firmes na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo”.
Vida e obra
Pastor Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério, aproximando-se de membros de gangues e viciados em drogas em Nova Iorque, como disse em seu livro, o best-seller A Cruz e o Punhal.
Seu trabalho deu o start no mundo às atividades cristãs de recuperação de dependentes químicos, por meio de centros de recuperação. Em 1971, começou a World Challenge, Inc. como um guarda-chuva para suas cruzadas, conferências, evangelismo e outros ministérios.
Igreja de Times Square foi fundada sob os parâmetros do grupo em 1987. Atualmente ela é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8 mil membros.
Veja reportagem em ingles no site da http://cbn.com/cbnnews
http://cbn.com/cbnnews/us/2011/April/Rev-David-Wilkerson-Killed-in-TX-Car-Crash/
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Mobilização contra Kit Gay
Não a distribuição dos Kits Escola sem Homofobia, na rede Estadual de Ensino no Paraná.

Essa campanha foi criada pela Frente Parlamentar Evangélica da Camara Federal e pela Deputada Estadual Mara Lima, e tem como objetivo reunir o maior numero possível de assinaturas contrarias a distribuição do Kit que se for distribuido com certeza trará prejuizos aos bons costumes e as famílias.
Nós em nossa congregação já começamos a colher as assinaturas.
Divulgue essa mensagem e mobilize os irmãos em sua igreja e vamos juntos combater esse mal.
Milagre, voce crê?

Deus é todo milagre!
A criação do mundo, do homem, o controle de todas as coisas, a vida, a saúde, a bênção, tudo é fruto do poder de Deus. O milagre pertence única e exclusivamente a Deus! Quando todas as tentativas humanas fracassam, quando os recursos se tornam escassos, quando a força acaba...Deus faz o milagre. Os evangelhos registram as experiências que homens e mulheres viveram do milagre de Jesus. O que era impossível passou a ser possível! Assim aconteceu como cego, com o paralítico, com o surdo, com o endemoninhado, com aquele que estava morto.
A INCREDULIDADE, IMPEDIMENTO DO MILAGRE
A incredulidade, a dureza de coração, a dúvida são impedimentos ao milagre.
Jesus condenou a incredulidade dos discípulos diante da tempestade. Marcos 6:48
Jesus condenou a incredulidade dos discípulos diante da escassez. Marcos 6:36
Jesus condenou a incredulidade de duas cidades: Corazim e Betsaida. Lucas 10:13
A incredulidade é uma grande pedra que impede que o milagre chegue a sua vida.
É uma pedra que só você pode "remover". Até os demônios crêem no poder e Jesus e tremem. Tiago 2:19 - A única coisa que Jesus pediu a Jairo, diante da filha morta, foi "crê somente". Crer, somente crer!
O MILAGRE AO SEU ALCANCE
Muitos têm buscado o milagre e não têm encontrado, simplesmente, porque não estão buscando o dono do milagre que é Jesus Cristo de Nazaré. Quando você necessitar do milagre, procure pelo dono do milagre que é Jesus. Declare que Jesus é o Salvador e Senhor de sua vida! Curve-se aos pés do Senhor e reivindique as promessas de vitória no seu viver. Coloque Jesus Cristo no centro de sua vida e viva, cada dia, dentro do milagre.
Deus tem um milagre para você! Creia que o milagre de Deus sobre a sua necessidade vai acontecer. Tenha fé que toda força satânica, opressora, esta fora da sua vida em Nome de Jesus!
Declaro o milagre de Deus como verdade, hoje.
Tome posse deste milagre agora!
domingo, 24 de abril de 2011
Crsito Jesus o centro de tudo


Êxodo - Ele é o cordeiro pascal
Levítico - Ele é o sumo sacerdote
Números - Ele é a nuvem de dia e a coluna de fogo a noite (Rocha Ferida)
Deuteronomio - Ele é o profeta semelhante a Moisés (profeta vindouro)
Josué - Ele é o capitão da nossa salvação
Juizes - Ele é o nosso Juiz e o nosso Legislador
Rute - Ele é o parente remidor
I e II Samuel - Ele é o profeta em quem confiamos
Reis e Crônicas - Ele é o Rei Reinante
Esdras - Ele é o construtor de muralhas indestrutíveis na nossa vida
Neemias - Ele é o nosso restaurador
Ester - Ele é o nosso Mardoqueu
Jó - Ele é o nosso redentor sempiterno, porque "Eu sei que meu Redentor vive"
Salmos - Ele é o nosso Pastor
Provérbios e Eclesiastes - Ele é a nossa sabedoria
Cânticos de Salomão - Ele é o nosso amado Esposo
Isaías - Ele é o nosso Príncipe da Paz
Jeremias - Ele é o nosso Renovo Justo
Lamentações - Ele é o nosso profeta Lamentador
Ezequiel - Ele é o maravilhoso homem de quatro faces
Daniel - Ele é o quarto homem da fornalha de fogo ardente
Ozéias - Ele é o nosso marido fiel
Joel - Ele é o nosso batizador com o Espírito Santo e com fogo
Amós - Ele é o carregador de nosso fardo
Obadias - Ele é o poderoso para salvar
Jonas - Ele é o nosso grande missionário estrangeiro
Miquéias - Ele é o mensageiro de pés formosos
Naum - Ele é o vingador dos eleitos de Deus
Habacuque - Ele é o evangelista de Deus, gritando: "Revivificai vosso trabalho no meios dos anos"
Sofonias - Ele é o nosso Salvador
Ageu - Ele é o nosso restaurador de heranças perdida de Deus
Zacarias - Ele é a fonte que purifica o pecado e a impureza
Malaquias - Ele é o Sol da Justiça
Mateus - É o Messias
Marcos - É o realizador de maravilhas
Lucas - É o Filho do homem
João - É o filho de Deus
Atos - É o Espírito Santo
Romanos - É o nosso justificador
I e II Coríntios - É o nosso santificador
Gálatas - É o nosso libertador da maldição da lei
Efésios - É o Cristo das inescrutáveis riquezas
Filipenses - É o Deus que supre todas as nossas necessidades
Colossenses - É a plenitude da Divindade encarnada
I e II Tesslanicenses - É o nosso Rei que regressará brevemente
I e II Timóteo - É o nosso mediador entre Deus e o homem
Tito - É o nosso pastor fiel
Filemon - É o amigo mais chegado que um irmão
Hebreus - É o sangue do Concerto Eterno
Tiago - É o nosso grande médico, pois "A oração da fé salvará o doente"
I e II Pedro - É o nosso sumo Pastor que breve voltará com a coroa de glória
I, II e III João - Ele é amor
Judas - É o Senhor vindo com milhares de seus santos
Apocalipse - Ele é o Rei do reis e o Senhor dos Senhores
Tenham todos um otimo domingo de pascoa, na presença da Cristo Jesus, nossa força e esperança.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
“Ele florescerá como o lírio, e lançará as suas raízes como o cedro do Líbano”

“Ele florescerá como o lírio, e lançará as suas raízes como o cedro do Líbano” - Oséias 14.5
Duas características contrastantes aparecem aqui reunidas no filho de Deus. Acima do solo, por assim dizer, está a simples e não sofisticada vida de confiança e fé, representada pelo lírio que Deus plantou. Isso é o que o homem vê. Enterradas, porém, nas profundezas, longe da vista, dando a essa frágil planta uma fortaleza totalmente insuspeitada, estão as maciças raízes do cedro. Aqui, certamente, está o paradoxo de uma vida na qual a Cruz é conhecida. Externamente é frágil como o botão do lírio sobre a terra, mas secretamente há cem vezes mais força debaixo do solo.
Aqui está a prova. Quanto da minha vida é visto? Quando os homens olham sobre a superfície, vêem eles tudo, ou há algo mais? Tenho eu, na esfera do invisível, uma história secreta com Deus? Os homens levam em conta apenas o florescer do lírio em sua fraqueza. Deus está preocupado com as raízes, para que sejam como o cedro em fortaleza.
Fonte: newsletter
Falece Pastor Presidente da AD de Presidente Prudente

Formado em Teologia e Direito, pastor João Padilha liderou as ADs em Mirante do Paranapanema e Piedade, ambas no Estado de São Paulo, antes de assumir, há seis anos, a liderança da AD em Presidente Prudente, sucedendo o seu pai, o pastor Carlos Padilha de Siqueira, à frente da igreja. Sob sua gestão, a igreja em Prudente experimentou um novo período de crescimento, chegando a cerca de 200 congregações e investindo fortemente nas áreas de missões, evangelismo e comunicação. Deixa viúva a irmã Márcia Padilha e três filhos: Maressa, Marciele e João Carlos Padilha Filho.
O corpo do pastor João Padilha está sendo velado no templo-sede da Assembleia de Deus em Presidente Prudente, situado à Rua Bella, 161, no bairro de Vila Ocidental, e o sepultamento ocorrerá amanhã, às 10h. O telefone da igreja é (18) 3334-5620.
Fonte: CPAD NEWS
Analisando a palavra
Adesivo da Família

Alguém pode utilizar de forma criminosa porque os dados são eficazes para a prática de crimes", afirma Benedito Antonio Valencise, delegado seccional.
Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com
Fonte: G1
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O que te separa de Deus?

Analisando o Logo da CGADB

Devido a vários motivos de força maior, principalmente compromissos profissionais, não pude participar desse importante evento. Mas gosto muito das reuniões convencionais da CGADB. Essas Assembleias Gerais nos permitem rever amigos de várias partes do Brasil, além de nos propiciar a oportunidade de participar da discussão de temas relevantes.
Em tais reuniões podemos, ainda, aprender com os erros e acertos dos obreiros que costumam falar nos momentos em que são discutidos temas polêmicos. Coincidente e curiosamente, o logotipo da CGADB ilustra bem as características dos obreiros que participam das reuniões convencionais, apresentando verdadeiros retratos deles.
No sentido negativo, o logotipo mencionado apresenta três tipos de convencionais: (a) o de cabeça quente (nervoso, irascível, arrogante, com foguinho sobre a cabeça); (b) o que pisa na bola ou nos seus desafetos (age sem misericórdia, considerando-se superior aos outros); e (c) o que tem duas caras (politiqueiro, bajulador, falso).
Positivamente, o logotipo da CGADB também apresenta três tipos de ministros: (a) o pentecostal (fervoroso, que tem o poder do Espírito sobre a sua vida, com a chama sobre a cabeça); (b) o zeloso (diligente, cuidadoso, que está olhando por cima do rebanho, supervisionando-o ou vendo ao longe); e (c) o empreendedor (que pensa o em missões transculturais; observe que há um globo sobre a sua cabeça).
Que Deus abençoe grandemente a quase-centenária Assembleia de Deus, e que os seus ministros sejam, de fato, pentecostais, zelosos e empreendedores. E que o Senhor Jesus nos guarde dos maus obreiros, que entram no ministério, mas o ministério nunca entrou em seus corações.
Em Cristo,
Ciro Sanches Zibordi
Plano EXCLUSIVO da Secretaria de Direitos Humanos para a agenda gay
Nada fica encoberto que não seja revelado
Não há na Secretaria de Direitos Humanos planos pelo pobres, desempregados e sem moradia. Não há nada também que vise resgatar a dignidade humana frente ao péssimo tratamento recebido pelos cidadãos brasileiros nos hospitais públicos. Todavia, o pouco difundido (para não chamar a atenção da sociedade) Plano Nacional de Promoção LGBT tem itens que revela-se como uma verdadeira afronta aos demais cidadãos brasileiros, como por exemplo, a garantia da segurança nas áreas frequentadas por homossexuais, por grupos de policiais especializados (enquanto que o cidadão heterossexual vive à mercê dos ataques de bandidos).
Este plano é uma vergonha e merece ser combatido e desmascarado.
Ressalto que devemos amar os homossexuais e orar pela salvação deles, mas jamais devemos concordar com as ações que visem colocá-los como uma classe exclusiva, acima dos demais cidadãos brasileiros.
Leia os itens abaixo e tire sua conclusões:
1.3.1 – INSERIR NOS LIVROS DIDÁTICOS A TEMÁTICA DAS FAMÍLIAS LGBT;
1.1.2 – INCLUSÃO DA POPULAÇÃO LGBT EM PROGRAMAS DE ALFABETIZAÇÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO PAIS ( COTA PARA PROFESSOR LGBT );
1.4.6 – DISTRIBUIÇÃO DE LIVROS PARA BIBLIOTECAS ESCOLARES COM A TEMÁTICA DIVERSIDADE SEXUAL PARA O PÚBLICO INFANTO(ATÉ 10 ANOS) JUVENIL (10 AOS 15ANOS);
1.2.33 – CRIA BOLSA DE ESTUDO QUE INCENTIVE A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS ;
1.1.1 – INCLUIR RECOMENDAÇÕES SOBRE DIVERSIDADE SEXUAL NO PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO PARA ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS;
1.1.5 – CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO SOBRE DIVERSIDADE SEXUAL;
1.2.1 – VALORIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS CULTURAIS LGBT;
1.2.3– CLASSIFICAR COMO INADEQUADAS PARA CRIANÇAS, OBRAS QUE APRESENTEM CONTEÚDOS HOMOFÓBICOS ( MOSTRAR APENAS UM CASAL HÉTERO É HOMOFÓBICO);
1.3.4 – INCENTIVAR A PRODUÇÃO CULTURAL LIGADA A JUVENTUDE LGBT;
1.3.16 – CAMPANHA NACIONAL DE TESTAGEM HIV PARA ADOLESCENTE LGBT;
2.1.11 –CASAS ESTUDANTIS PARA HOSPEDAGEM DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS;
1.3.16 – CAMPANHA NACIONAL DE SEXO SEGURO PARA ADOLESCENTES LGBT, USANDO PERSONAGENS ADOLESCENTES;
1.2.20 – RECONHECER TODAS AS CONFIGURAÇÕES FAMILIARES PROTAGONIZADAS POR LÉSBICAS GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS COM BASE NA DESCONSTRUÇÃO DA HETERONORMATIVIDADE;
1.2.15 – LEGALIZAR O DIREITO DO CASAL HOMESSEXUAL DE ADOTAR FILHOS / COM REGISTRO FEITO EM NOME DO CASAL ;
1.1.25 – RECONHECER NOVOS ARRANJOS FAMILIARES PARA APLICAÇÃO PARA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL;
2.2.6 – GARANTIR APOIO PSICOSSOCIAL À POPULAÇÃO LGBT IDOSA;
2.6.3 – CRIAR O CONSELHO NACIONAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS;
1.3.36 – INCLUIR A POPULAÇÃO LGBT EM PROGRAMA DE COMBATE À FOME E A POBREZA;
1.3.35- CRIAÇÃO DE SELO NACIONAL P/ EMPRESAS QUE APOIAM OU ESTIMULAM OS LGBT;
1.1.21 – SITE COM ACERVO DIGITALIZADO SOBRE A HISTÓRIA LGBT NO BRASIL;
1.1.22 – CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO E REFERÊNCIA SOBRE A POPULAÇÃO LGBT;
1.2.10 – CARCERAGENS PARA A POPULAÇÃO LGBT ;
1.2.18 – ATENÇÃO DOMICILIAR HUMANIZADA AOS IDOSOS LGBT;
1.2.28 – PROFISSIONALIZAÇÃO DA POPULAÇÃO LGBT;
1.2.29 – PROGRAMA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA DA POPULAÇÃO LGBT;
1.3.42 – IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA VIAJA MAIS DIVERSIDADE;
1.4.25 – PESQUISAS SOBRE POPULAÇÃO LGBT DE RUA;
2.1.9 – REFORMA AGRÁRIA PARA POPULAÇÃO LGBT ;
2.5.2 – PREVENÇÃO DE USO DE DROGAS PARA POPULAÇÃO LGBT NAS FRONTEIRAS DO BRASIL;
1.2.6 – GARANTIR A SEGURANÇA EM ÁREAS FREQUENTADAS PELA POPULAÇÃO LGBT COM GRUPOS DE POLICIAIS ESPECIALIZADOS ;
1.1.8 – INCLUIR O TEMA DIVERSIDADE SEXUAL NOS CURRÍCULOS DE FORMAÇÃO DE MILITARES E DE POLICIAIS MILITARES E POLICIAIS CIVIS, EXTENSIVO AS GUARDAS MUNICIPAIS;
1.2.9 – ALTERAR ESTATUTO DOS MILITARES, RECONHECENDO COMPANHEIROS, COMO DEPENDENTES;
1.2.12 – REGISTRO DE OCORRÊNCIA POLICIAL COM NOME SOCIAL;
1.2.14 – PRESÍDIO FEMININO PARA MULHERES TRANSEXUAIS E TRAVESTIS
1.2.16 – DISQUE LGBT;
1.2.30 – ESTIMULAR O ACESSO DE JOVENS LGBT NAS OFERTAS DE ESTÁGIO REMUNERADO;
1.3.34 – CRIAÇÃO DO ESTATUTO DOS DIREITOS LGBT;
1.1.11 – INCLUIR A POPULAÇÃO LGBT EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL;
1.1.6 – CURSOS SOBRE OS DIREITOS DA POPULAÇÃO LGBT;
1.1.23 – GRUPOS LGBT PARA GESTÃO DE PROJETOS EM MEIO AMBIENTE;
1.2.31 – CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS;
1.2.32 – INCLUSÃO DA JUVENTUDE LGBT PARA O TRABALHO (1º EMPREGO);
1.1.13 – PROGRAMA DE SAÚDE DA MULHER NO ATENDIMENTO DE LÉSBICAS, MULHERES BISSEXUAIS E TRANSEXUAIS;
1.1.16 – DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS PARA A POPULAÇÃO LGBT;
1.1.17 – PROGRAMA DE SAÚDE INTEGRAL DE LGBT;
1.2.4 – CONTROLE SOCIAL JUNTO AS REDES DE TV, COM PROIBIÇÃO DE PIADAS LGBT;
1.3.8 – CAMPANHA INFORMATIVAS ANUAIS PRÓXIMA AO PERÍODO DA PARADA GAY;
1.3.10 – CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS DE VALORIZAÇÃO DA POPULAÇÃO LGBT;
1.3.15 – CAMPANHA NACIONAL DE TESTAGEM HIV PARA MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS;
1.3.15 – CAMPANHA NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DE SEXO SEGURO PARA LÉSBICAS, BISSEXUAIS E OUTRAS MULHERES QUE FAZEM SEXO COM OUTRAS MULHERES;
1.3.22 – CAMPANHA SOBRE CÂNCER DE PRÓSTATA PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS;
1.3.27 – DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL INFORMATIVO ACERCA DO PROCESSO TRANSEXUALIZADOR DO SUS;
1.3.31 – CAMPANHA DE ENFRENTAMENTO DA HOMOFOBIA, LESBOFOBIA E TRANSFOBIA;
1.4.10 – PROMOVER PESQUISA SOBRE HOMOFOBIA AMBIENTAL;
- DIVULGE ESTE ASSUNTO …
Resposta de Marco Feliciano
Assista:
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Aos Pastores Assembleianos no Brasil
Ao ser não bastar ser, é preciso resplandecer.
Ele, o silêncio, permite-nos escutar a PALAVRA Criadora e Vital, a Palavra de Deus.
Ouvir leva ao diálogo.
Para a civilização do barulho não há diálogo; surge à agressão, a violência, o combate, a traição.
Sem o silêncio não há oração e sem a oração o homem não vive do respiro que independe dele.
Orar não é bater boca, mas é buscar a Deus.
Portanto, para ver a luz, para ser iluminado, é necessário, também, o silêncio.
Hoje tudo se julga, julga-se a qualquer preço, como se “a nossa palavra” fosse à verdade.
A Palavra em si, o objeto em si, as pessoas em si necessitam da luz para ser, para se comunicar, para dialogar.
Silêncio e oração caminham juntos.
Calar passou a ser apenas um ato feio (de consentimento) quando, na realidade, o silêncio nos permite escutar primeiro para ver e entender o fato, de fato e como é em si.
Hoje, refletimos cada vez menos e agimos, consequentemente, ao léu.
Nossas ações são irrefletidas, pois primeiro não são contempladas.
Vivemos a civilização da imagem que, através das propagandas comerciais, vem exigindo de cada um de nós a capacidade de agradar e de ser reconhecido – nada está escondido ao olhar.
A roupa, o corpo, os cabelos, as cirurgias... Tem-se a ilusão de que basta olhar, ver, para se “apoderar” das coisas, do outro, de um feito, de um sentimento...
Mas é bom lembrar: não basta enxergar; ver é um ato inteligente enquanto enxergar é comum a todos os animais.
Acima de tudo, a visão é um ato de busca.
Buscamos o melhor, o vital, para sermos e ser integralmente.
“É tua face que busco Senhor” nos diz o salmista e, assim, buscamos nossa verdadeira face.
Quantas máscaras nos oferece a sociedade e quantas criamos.
Poluímos, ofuscamos a visão, a audição, os sentidos.
Em muitas culturas o peixe não é apenas um símbolo de fertilidade, mas, também, o símbolo do silêncio e da vigilância.
Seus olhos abertos parecem nunca se fechar e dormir.
Estar sempre vigilantes faz-nos observar bem a vida, para bem vivê-la, e o silêncio nos leva à discrição, a sermos o que somos, sem ilusão, sem nos perdermos num eterno blá, blá, blá da “Blá-bilônia”.
Deus é a suprema e eloquente Palavra Silenciosa que se revela na beleza do SER CRIADO, do “RES-PLANDE-SER”.
Fazer silêncio, ouvir, falar baixo, ser discreto nos gestos, nos decoros; reaprender a ver, a sentir, a comer; não querer exibir tudo ou saber tudo, são pequenas atitudes de sabedoria que nos levam ao Sagrado, num mundo que insiste em tudo comercializar, a profanar a vida e a morte.
A isso denominamos dessacralização, ou seja, assenhoramo-nos da vida quando ela não nos pertence.
Em nome da “conquista”, matamos a vida.
No apagar das luzes da AGO da nossa Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil um ilustre pastor do alto de sua fala, perdeu a grande chance de ficar calado ou ficar em silêncio.
Digo por que me senti ofendido, vilipendiado com a sua afirmação que a CIEADEP – Convenção das Assembleias de Deus no Paraná será a próxima a ser dividida, este pastor, repito jamais deveria ter dito essa palavra, pois os membros da Cieadep tem um histórico de hombridade, respeito, reverência com as coisas de Deus e no que tange ao santo ministério fomos ensinados por homens de vida ilibadas e comprometidas com a pregação do santo evangelho, vide a história da mesma junto a CGADB.
Podemos sim!
Podemos ter divergências no campo das ideias, gestão administrativa, ponto de vistas diverso sim pode ter!
Quem não as tem?
Contudo esta Convenção é respeitada pelo brilhantismo e respeito de honrar acordos feitos no passado pelas lideranças, cito como exemplo o acordo Paraná – Santa Catarina quanto à divisa eclesiástica!
Sou pastor presidente do ministério das Assembleias de Deus em Apucarana e em nome desta que me pronuncio com o devido respeito: Perdeste Pastor a oportunidade de ficar calado!
Mencionar o nome de nossa Convenção para defender seu pensamento é no mínimo de mau gosto e falta de decoro, quem o autorizou?
O que o senhor sabe sobre a Cieadep, da qual sou membro por mais de 30 anos e o fez no calor de uma discussão inócua de sua parte, eivadas de acusações levianas, que jamais deveria sair de seus lábios, já que tens ansiedade por ser presidente de nossa agremiação maior, por si só, demonstras o seu despreparo ao querer tumultuar um ambiente que deveria ser de paz e harmonia!
Sejamos coerentes e promovamos a paz, o diálogo sadio, sem ameaças de processos via justiça e que vem somente denegrir a todos nós, precisamos acordar para a realidade e perceber que por traz destas ações pode estar operando o espirito do erro, nosso inimigo comum se chama diabo e satanás e não o meu irmão em Cristo!
Isto posto afirmo que há uma diretoria e mais de cem pastores presidentes no Estado do Paraná que tem princípios e sabem dialogar, resolver os seus próprios assuntos e estes pertencem a nós!
Estou contrariado por sua palavra que vem insuflar ânimos de pessoas desavisadas e podem afirmar que nós os pastores estamos dividindo a nossa querida Cieadep, saiba pastor, eu repreendo este espirito em nome de Jesus Cristo!
Este manifesto é o meu ponto de vista pessoal e abro o coração aos companheiros em Cristo, lembrando que divisão não está na agenda de nossos pastores paranaenses, este é o meu ponto de vista!
Presidente do Ministério das Assembleias de Deus
do campo de Apucarana – PR.
Membro do Conselho Administrativo da CPAD
A TV é meu pastor nada me faltará

quinta-feira, 14 de abril de 2011
Deus é culpado?

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Duas novas Convenções são reconhecidas na 40ª AGO CGADB
Mais duas novas convenções foram reconhecidas e integradas na Convenção Geral, trata-se das Convenções de Betim (MG) e a Tradicional do Amazonas.
A Convenção Mineira enviou um ofício apoiando a criação da Convenção de Betim que vai abrigar centenas de ministros da região.
A convenção do Amazonas também presentou moção de aceitação da nova Convenção Tradicional do Amazonas.
O Pastor Samuel Câmara apresentou seu pedido para a agilização do processo, visto que há muito está para ser decidido sob sua filiação e ainda não foi aprovado. Pastor José Wellington explicou que amanhã este será o primeiro assunto que será apresentado aos convencionais .
Fonte: Diário da Fé
A Paixão de Cristo
Irmãos e amigos reproduzo esse artigo do Dr.Samuel Fernandes Magalhães Costa, que esta no site http://www.chamada.com.br, artigo este que achei bem interessante e importante, pois esclarece muita coisa a cerca deste filme.
Desperta pastor!
O filme é inspirado em visões de uma esotérica
“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.4-5).
A Paixão de Cristo de Mel Gibson. |
A controvérsia sobre o filme de Mel Gibson, “A Paixão de Cristo” (lançado à época da dita “semana santa”, em março de 2004), subestimou um fato essencial. Enquanto alguns cristãos ingênuos louvavam sua suposta “autenticidade bíblica” e outros criticavam sua “violência brutal” e seu “anti-semitismo”, a fonte principal que inspirou Mel Gibson a produzir essa película quase não recebeu atenção.
Vários ícones do cristianismo ignoraram ou desconheceram onde Mel Gibson foi pescar a maioria das informações para o seu filme e apoiaram cegamente essa película.
No início de dezembro de 2003, antes do filme chegar aos cinemas, o papa João Paulo II (1920-2005) assistiu-o em uma seção particular no Vaticano e, ao término da exibição, sentenciou: “O filme é como era”.(1)
O reverendo Billy Graham também teve sua exibição particular antes do filme chegar aos cinemas. Elogiou a película e isentou os judeus pela morte de Cristo: “Me senti como se estivesse lá. Me levou às lágrimas. Duvido se já houve uma apresentação mais tocante e gráfica da morte e ressurreição de Jesus, a qual os cristãos acreditam que seja o mais importante evento da história da humanidade [...] O filme é fiel aos ensinamentos bíblicos de que somos todos responsáveis pela morte de Jesus, porque todos pecamos. São os nossos pecados que causaram a Sua morte e não qualquer grupo em particular”.(2)
Outro ícone evangélico mundial, o reverendo Rick Warren, da Igreja Saddleback,
O livro que inspirou A Paixão de Cristo de Mel Gibson. |
No Brasil, não foram poucos os pastores que incentivaram os membros que pastoreiam a irem aos cinemas. Alguns compraram todos os ingressos de algumas seções para os membros da igreja. Até algumas revistas evangélicas se derramaram em elogios.
Bem, qual foi a principal fonte bibliográfica de Mel Gibson? O livro A Dolorosa Paixão do Nosso Senhor Jesus Cristo(4), publicado pela primeira vez em 1833.
Infelizmente, esse livro consiste de “visões” de uma freira alemã chamada Anna Katharina Emmerick (1774-1824).
Quem foi Anna Katharina Emmerick?
Citarei, a seguir, vários trechos do terceiro capítulo da Tese de Doutoramento do professor Orlando Fedeli, aprovada na Universidade de São Paulo em 1988, sobre os “Elementos Esotéricos e Cabalísticos nas Visões de Anna Katharina Emmerick”, publicada no site Montfort Associação Cultural.
Anna Katharina Emmerick era uma camponesa inculta e de poucas leituras. Muito do que sabemos sobre ela nos foi passado pelo poeta alemão Clemens Brentano, secretário e redator das “visões” dessa freira. Segundo Orlando Fedeli:
Emmerick nasceu em 8 de setembro de 1774, em Flamske, aldeia próxima a Coesfeld, na Westfália. [...] Foi batizada logo após o nascimento na paróquia de S. Tiago de Coesfeld. [...]
O padre Schmoeger conta que, segundo as Visões que Katharina Emmerick teve de si mesma, ela possuíra o uso da razão desde o nascimento [...].
A freira alemã Anna Katharina Emmerick. |
Brentano afirma que, quando pequena, ela tinha visões de Jesus jovem e de João Batista menino, aos quais ela chamava de “Jungsten” e “Hanneschen”, sendo que o primeiro a ensinava a fazer vestidos para a sua boneca. Diz também que, quando menina, contava ao pai cenas bíblicas que assistia em visão e o pai, comovido, chorava, perguntando onde ela aprendera tais coisas [...].
Trabalhou no ofício de costureira até 1799 [...].
Os biógrafos costumam dizer que ela leu pouco. Brentano diz que ela nunca leu a Bíblia, o que é surpreendente, pois ela leu várias obras piedosas e místicas [...].(5)
Em seu livro A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo
Emmerick afirma que no dia 13 de novembro de 1803, com a idade de 29 anos, ela fez seus votos solenes e tornou-se esposa de Jesus Cristo no Convento de Agnetenberg em Dulmen.(6) Desde então passou a chamar Jesus Cristo de “meu Esposo Divino” ou “meu Esposo Celeste”.
A freira Anna Emmerick gostava de chupar os dedos do padre e de mamar nos seios de outra mulher
O professor Orlando Fedeli continua
O diário do médico de Katharina Emmerick, Dr. Franz Wilhem Wesener (1782-1832), é um documento de extraordinário valor para se elucidar a questão Emmerick, visto que ele é bem mais objetivo e sincero do que Brentano. Veja-se o que ele conta da primeira visita que fez a Katharina Emmerick:
“Depois que entrei em seu quarto, o ex-dominicano Pe. Limberg a (Katharina Emmerick) levantou da cama, e a colocou no colo de sua irmã. Ela permaneceu num estado de desfalecimento. Antes, trocaram-lhe a roupa a qual estava molhada de suor como se tivesse sido mergulhada na água. Do mesmo modo, estavam molhados os lençóis. Também os travesseiros, e o chão embaixo da cama estavam molhados”.
“Por ordem do Pe. Limberg eu toquei os ombros dela com minhas mãos. Ela estremeceu suavemente, e depois ficou novamente tranqüila. Então o Pe. Limberg a tocou com os dois dedos consagrados. Ela esboçou um sorriso, e seus ombros passaram a ter um movimento convulsivo”.
“Nós fizemos esta experiência, várias vezes, com o mesmo resultado. Ainda mais freqüentemente fizemos a seguinte experiência: o Pe. Limberg movimentava os dois dedos consagrados até cerca de duas polegadas dos lábios dela. Logo, o seu corpo rígido, como o ferro atraído por ímã, se curvava em direção aos dedos. E quando ela alcançava os dedos com os seus lábios, ela os beijava e chupava o dedo indicador. O Pe. Limberg animava-a insitentemente a morder um pedaço do dedo, mas ela dizia que não podia fazer isso, e como o Sr. Limberg lhe perguntasse por que ela chupava o dedo, dizia: ‘Porque ele é tão doce!’ Depois disso, por ordem do Pe. Limberg, eu colocava meu dedo na boca dela, mas ela permanecia em seu desfalecimento, e não se movimentava mais”.
“Tudo isso aconteceu estando ela rígida e desfalecida, com os olhos bem fechados”.
“No meio desse desfalecimento, o Pe. Limberg curvou sua cabeça bem devagar em direção a ela. Quando estava a cerca de três polegadas do seu rosto, o corpo, aparentemente morto, se ergueu para o crânio do Pe. Limberg, e ela encostou a boca na cabeça dele. Quando o Pe. Limberg a colocou de novo sobre o travesseiro, seu corpo todo estava duro como um pedaço de madeira, tanto que, se eu a segurasse pela cabeça, talvez pudesse endireitar todo o seu corpo. 0 Pe. Limberg fechou a cortina da cama, o francês Lambert colocou uma dupla coberta de lã, e então o Pe. Limberg se dirigiu ao meio do quarto, e fez uma cruz com a mão e disse bem baixinho: Abençoe-te Deus o Pai, o Filho e o Espirito Santo. Imediatamente, a mão mortalmente fraca se moveu lentamente sob o lençol, e fez o sinal da cruz”.
A cena é absolutamente estranha, e, a respeito desse caso, Erika Tunner afirma: “Os padres têm um poder absoluto sobre ela (Katharina Emmerick), sua devoção pelos dedos consagrados está no limite do patológico”.
Sem pretender dar uma opinião num campo que não é absolutamente o nosso, e no qual não temos nenhuma competência, é preciso, entretanto, frisar que a cena descrita pelo Dr. Wesener tem, mesmo para um leigo, forte conotação sexual.
Por outro lado, as ações do Pe. Limberg sobre a paciente e suas reações, se enquadram perfeitamente no que então praticavam os seguidores do magnetismo, o que prova que já antes do contato com o Dr. Wesener, o Pe. Limberg aplicava seus conhecimentos de magnetismo sobre Katharina Emmerick.
No diário do Dr. Wesener se verifica que era comum o Pe. Limberg curar as dores de cabeça, ou dores de dentes de Katharina Emmerick, dando-lhe os seus dedos consagrados a chupar. É claro que, cenas como essas, não podiam aparecer nas biografias “piedosas” de Katharina Emmerick, feitas por Brentano, ou pelo Pe. Schmoeger.
A vidente sentia, aliás, atração pelos dedos consagrados de qualquer sacerdote. Quando o cônego Bernhard Overberg, famoso pedagogo e reformador do clero da Westfália, foi visitá-la, em 1815, ao dar-lhe a mão, Katharina Emmerick segurou apenas o polegar e o indicador do padre dizendo: “São esses que me alimentam” [...].
Nós agora chegamos à idéia de alimentar a enferma com o leite de uma ama, e já que eu estava tratando do mamilo ferido de uma senhora, conhecida e parente do Pe. Limberg, senhora que havia dado à luz há seis semanas, eu a procurei para que, algumas vezes por dia, ela desse o peito à enferma, porque ela tinha leite em abundância, e o seu filho não podia se amamentar no peito ferido. A senhora compreendeu isso com alegria, e assim, no dia 18 de outubro, sábado, começamos com o leite da ama. A doente, devido à sua fraqueza não pôde mamar muito. Ela reteve o leite, queixando-se, contudo, à noite, de dor de barriga.
Em 9 de novembro, Wesener registra que Katharina Emmerick lhe contou que, quando ainda estava no convento, muito doente, teve uma visão de uma bela mocinha que lhe oferecia o seio regorgitante de leite. De início, a vidente sentira repugnância, mas, depois, aceitara tomar o peito. Na sexta-feira, 28/11/1817, o Dr. Wesener escreveu: “A doente na semana passada, esteve na maioria das vezes melhor. Ela toma o peito três vezes por dia”.
Ora, mesmo que a medicina romântica daqueles tempos recomendasse o leite humano a certos doentes, fica difícil imaginar que se recomendasse também, como necessário, que os pacientes tomassem o leite diretamente do peito da ama. Evidentemente, o Pe. Schmoeger, como também outros biógrafos piedosos de Katharina Emmerick, não dizem uma palavra a respeito desse estranho método terapêutico.
(Caso, um dia, Katharina Emmerick fosse canonizada, ficaria dificílimo explicar ao público, como seria possível considerar santa, praticante de virtudes heróicas, uma freira que se amamentava, várias vezes por dia, ao seio de uma mulher).(7)
Os estigmas de Anna Emmerick: as feridas da crucificação de Cristo
Os estigmas são as feridas sofridas por Jesus Cristo durante o processo da crucificação. Os católicos afirmam que a primeira pessoa a tê-las foi “São Francisco de Assis” (nasceu em 1181/1182 em Assis na Itália e morreu em 1226 na Itália). Entre “São Francisco de Assis” e Anna Katharina Emmerick, sabe-se que existiram pelo menos 50 pessoas com os supostos estigmas de Jesus Cristo.(8)
O já citado professor Orlando Fedeli,
Em 1802, Emmerick teria recebido misticamente a coroa de espinhos de Cristo, mas sem efusão de sangue, apenas com um inchaço na fronte, nas têmporas e até nas faces. Foi só mais tarde, quando já estava no convento, que sua testa começou a sangrar, em pequenos pontos.
[...] Katharina Emmerick pretendia servir a seu ex-capelão, que estava adoentado, mas depois caiu tão doente que foi ela quem teve que ser servida. Segundo seu depoimento no inquérito estatal, foi em 28/08/1812, festa de S. Agostinho, patrono de sua ordem, que ela recebeu um primeiro sinal místico: sobre seu estômago apareceu uma cruz sangrenta. Semanas depois teria aparecido uma segunda cruz, parecida com a cruz de Coesfeld, sobre o osso esterno, sangrando periodicamente. No dia de Santa Catarina (25/11/1812), uma outra cruz, semelhante à antecedente, apareceu sobre o osso esterno, acima daquela que já recebera, formando uma só marca. No natal de 1812, ela recebeu os estigmas de Cristo nas mãos e nos pés. E finalmente, a 29/12/1812, recebeu a chaga do peito de Cristo, no seu flanco.
[...] Essas chagas sangravam em certos dias da semana:
‘A dupla cruz sobre o esterno sangrava, a maior parte das vezes, às quartas-feiras. As chagas do flanco e da cabeça, apenas às sextas-feiras’.(9)
O autor Joe Nickell, conhecido por investigar fraudes, comenta sobre a personalidade de Emmerick em seu artigo intitulado “Visões Por Trás da Paixão”:
Resumindo, Emmerick exibiu muitos dos traços indicativos de uma personalidade propensa à fantasia (Wilson e Barber 1983). Essa não é apenas o tipo de personalidade de numerosos visionários religiosos, mas também de incontáveis médiuns espirituais, abduzidos por alienígenas e outros fantasiadores. Eles acreditam tipicamente que possuem poderes especiais, freqüentemente incluem a habilidade de se comunicarem com entidades superiores – um tipo de versão adulta do companheiro imaginário da época de criança.
A mística Emmerick pode também ter sido uma fraudulenta piedosa. Ela montou um show como se fosse uma cristã, ao ponto de dormir em tábuas colocadas no chão em forma de uma cruz, e quando tinha vinte e quatro anos de idade reivindicou ter recebido a dor da coroa de espinhos de Jesus. Logo em seguida, havia sangue escorrendo pela sua face. Após ter sido recebida em um convento das agostinianas, supostamente recebeu ‘uma marca como uma cruz sobre seu peito’ e posteriormente até exibiu uma série completa dos estigmas (os ferimentos da crucificação de Cristo).
Ela foi o objeto de uma investigação médica durante 3 semanas, porém ‘essa investigação parece não ter produzido nenhum efeito específico’ (“Life” 1833). Nem a ciência e tampouco a Igreja Católica autenticaram um único estigma. Sem dúvida, muitos estigmas têm sido comprovadamente fraudulentos (Nickell 2000; Nickell 2004).
Em seguida, Emmerick reivindicou praticar a inédia, isto é, a alegação de ter a habilidade de abster-se de todos os alimentos, suspendendo todas as comidas e, algumas vezes, bebidas (Nickell 1993, 225-229). Emmerick supostamente sobreviveu apenas com vinho, e eventualmente “apenas pura água” (“Life” 1833). Ela nunca foi investigada apropriadamente, mas alguns inédicos que foram, acabaram expostos como fraudulentos.(10)
O papa beatificou Emmerick, que em breve será uma “santa” católica
A primeira tentativa de canonização de Emmerick foi no século XIX. Sobre esse assunto o professor Orlando Fedeli escreve:
O próprio processo de canonização da freira, introduzido em 1892-1894, se mostrou marcado pela mesma falta de objetividade e pela preocupação dos postuladores em salvar a qualquer custo a canonização dela.
O resultado foi a transformação do processo em uma verdadeira embrulhada (“un vero guazzabuglio”), na pitoresca expressão do voto I da “Relatio et vota Congressus Peculiaris 10/02/1981”, documento da “Sacra Congregationis Pro Causa Sanctorum” p. 1225. E “verdadeira embrulhada exatamente na reprodução daqueles documentos (das testemunhas) feita de modo cientificamente bárbaro, e com critérios que escapam a qualquer classificação, e que não é nem possível intuir qual seja, tanto eles são arbitrários e fora do mais elementar bom senso, de forma caótica”.
[...] O processo, entretanto, não foi adiante em virtude de veto do Santo Ofício em 30 de novembro de 1928, considerando impossível uma continuação, pois uma eventual canonização de Katharina Emmerick viria dar grande autoridade aos escritos que se lhe atribuiam.(11)
Em 1973, o papa Paulo VI suspendeu o veto de 1928 e o processo de canonização foi reaberto.
No entanto, foi o falecido papa João Paulo II, recordista em beatificações de fiéis católicos, que no domingo 3 de outubro de 2004, sem perder tempo e menos de sete meses após o lançamento do filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson, honrou a mística freira alemã com o título de beata.
A beatificação é o último passo formal na Igreja Católica antes de conferir o título de santidade. Imagine? Anna Katharina Emmerick está a poucos centímetros de ser elevada aos altares das igrejas católicas como mais uma santa!
O Vaticano concluiu que a veracidade de suas visões contidas no livro do século XIX não podem ser confirmadas. Oficiais do Vaticano, que examinaram a vida de Emmerick, afirmam que a escolha da freira para a beatificação foi feita decorrente de “sua generosidade para com os pobres e sua extraordinária empatia com o sofrimento”.(12)
Durante a homilia, o papa João Paulo II sentenciou: “A abençoada Anna Katharina Emmerick viu o sofrimento amargo do nosso Senhor Jesus Cristo e experimentou isso no seu próprio corpo”.(13) Eita papa “infalível”!
As visões místicas da freira Emmerick foram incorporadas ao filme
Analisemos, pois, algumas das muitas visões de Emmerick que transformaram-se em trechos do filme “A Paixão de Cristo”:
a) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus Cristo, no Getsêmani, deu sinal de frouxidão diante dos três apóstolos. No filme, os três apóstolos (Pedro, Tiago e João) estão com Jesus no Getsêmani e João ao ver o estado lastimável
b) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Satanás, no Getsêmani, dialogou com Jesus Cristo. Onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (pp. 63-76).
Jesus, acorrentado, sendo jogado da ponte para baixo. |
c) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus Cristo, após ter sido preso no Getsêmani, foi amarrado, levado a cruzar uma ponte, acompanhado a cada passo com insultos, blasfêmias e golpes. Durante a travessia da ponte, cai em direção ao rio e fica pendurado pelas cordas e correntes. Mais uma vez, onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (p 87).
d) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Judas, antes de suicidar-se, saiu correndo para fora da cidade acompanhado por demônios. Outra vez, onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (p 96).
e) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que o apóstolo Pedro, após ter negado Jesus três vezes, arrependido e aos prantos, encontra Maria na casa de Caifás, chama-a de “Mãe” e diz: “Não sou digno! Eu o neguei três vezes, Mãe!”, e sai correndo pelo pátio como se estivesse fora de si. De novo, onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (pp. 112-113).
Um açoite especial como dedos que arrancam partes da pele. |
f) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos uma descrição tão precisa de um tipo diferente de açoite com lascas nas pontas para lacerar a pele. Lembram-se da cena? Enquanto dois executores açoitam Jesus com a maior fúria possível, eles testam primeiro encima da mesa e depois nas costas de Jesus, esse açoite que tem na ponta um instrumento como se fossem uns tipos de dedos em garra que arrancam pequenas partes da pele, expondo a musculatura, como se fossem pequenas mordidas. Novamente, onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (p. 146).
g) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que após Jesus ter sido impiedosamente espancado pelos soldados romanos, Cláudia Procles, a suposta esposa de Pilatos, entrega a Maria, mãe de Jesus, uns pedaços de linho. Lembram-se da cena? Em seguida, Maria mãe de Jesus e Maria Madalena ajoelham-se no chão perto da coluna onde Jesus foi açoitado e limpam o sangue derramado por Jesus com o linho que receberam de Cláudia Procles. Para não perder o costume, onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (p.148).
h) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que durante o sofrido caminho para o Calvário, Verônica enxuga com um véu a face de Cristo e a face fica marcada como um retrato no véu. Na verdade, isso é uma antiga tradição católica que já tinha sido incorporada como a sexta das 14 estações da “Via Crucis” pelos papas Clementes XII, em 1731, e Bento XIV, em 1742 (portanto, antes da freira Anna Emmerick nascer). Sim, essa cena também está descrita no livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (pp.172-174).
i) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que após a primeira mão (“mão esquerda”) de Jesus ter sido pregada com o prego na cruz, os romanos observaram que a sua outra mão não alcançava o buraco que haviam produzido para receber o prego e prontamente puxaram violentamente o seu braço direito até que o mesmo alcançasse o local onde estava o orifício na madeira. Adivinhe onde Mel Gibson foi buscar essa informação? No livro da freira Emmerick, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (p.181, com uma diferença apenas, no livro a primeira mão a ser pregada foi a direita e depois a esquerda).
Bem, poderia continuar citando outras cenas do filme de Mel Gibson que foram inspiradas nas visões esotéricas da freira alemã, no entanto, acho que já ilustrei o suficiente para provar que quando Gibson afirmou que tinha se inspirado nesse livro, era porque verdadeiramente manteve relações estreitas com essa literatura.
O filme contém muitas cenas inexatas, um bocado adicionadas sem o apoio das Escrituras e muitas outras que são abertamente contrárias à Palavra de Deus. Apenas um exemplo: na Paixão de Mel Gibson, enquanto Jesus encontrava-se no Getsêmani, uma cobra desliza por baixo do manto de Satanás e chega até Jesus que a mata com Seu calcanhar. De fato isso é uma referência à profecia de Gênesis 3.15, mas a Bíblia não menciona que isso ocorreu no Getsêmani. Indubitavelmente, Jesus destruiu o diabo na cruz (na Sua morte) e não no Getsêmani (Hebreus 2.14). Sem dúvida, Mel Gibson inventou muita coisa, além de beber profundamente no poço místico de Emmerick.
O tema do filme: Jesus é o nosso salvador e Maria a nossa força!
Esse é um dos filmes mais marianos que já assisti. Voltemos a analisar apenas algumas cenas de “A Paixão de Cristo”:
a) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que enquanto Jesus angustiava-se no Getsêmani, Maria, em sua residência, podia sentir o Seu tormento.
b) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que João e Pedro chamavam Maria de “Mãe”.
Pedro, ajoelhado, pedindo perdão a Maria por ter negado Jesus. |
c) Já citei anteriormente que Pedro, após ter negado a Jesus três vezes, foi pedir perdão a “Mãe” Maria.
d) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que somente Jesus e Maria tinham capacidade de visualizar Satanás que estava presente durante todo o processo da crucificação.
e) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto é barbaramente açoitado na região ventral e dorsal pelos romanos, cai ao chão exausto e olha para Maria no meio da multidão. Na seqüência, Jesus, como se Maria estivesse passando para Ele uma força energética, consegue ainda ficar
Maria no andar superior, sentindo a presença de Jesus na prisão logo abaixo dela. |
f) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus ficou preso em um compartimento numa prisão subterrânea e nem que Maria tinha poderes sobrenaturais. Lembram-se da cena? Maria se dirige a um local específico do prédio e se deita no chão com a cabeça encostada no chão, porque sentiu que era exatamente naquele ponto no andar inferior que Jesus estava preso. Então, a câmara passa por dentro do chão e mostra Jesus pendurado pelas argolas e olhando para cima em direção ao teto, exatamente em direção a Maria. A mensagem nas entrelinhas foi passada: Maria tem poderes paranormais!
g) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto caminhava em direção ao Calvário e foi lhe dada a cruz para carregar, orou a Deus Pai, assim: “Sou teu servo, Pai. Teu servo, filho da tua serva”. A mensagem nas entrelinhas mais uma vez é passada: Jesus honra a Sua mãe Maria!
Maria socorrendo Jesus: “Estou aqui”. |
h) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus, enquanto tombou no chão carregando a cruz, Maria saiu correndo ao Seu encontro, abraçou-O e disse: “Estou aqui” (enquanto isso temos um flashback de uma cena de quando Jesus era criança e caiu ao chão e Maria correu em Sua direção para socorrê-lO e abraçando-O, disse: “Estou aqui”). Na seqüência, Jesus responde: “Vê, mãe, eu renovo todas as coisas”, e consegue buscar forças em Maria para continuar carregando a cruz. Mais uma vez a mensagem nas entrelinhas é: Maria é o socorro bem presente em toda a vida de Jesus!
i) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que, enquanto Jesus estava sendo crucificado, Maria beijou Seus pés ensangüentados e disse ao moribundo Jesus: “Carne da minha carne, coração do meu coração. Meu filho, deixa-me morrer contigo”. Novamente, a mensagem nas entrelinhas é: Maria está disposta a ser crucificada com Jesus.
Poderia citar mais algumas cenas cujas ênfases foram marianas, porém, acredito que basta de mariolatria.
Um filme anti-semita, sim senhor!
Temos, porém, de ser honestos na nossa análise e devemos reconhecer que os líderes judeus do Sinédrio, na casa de Caifás, verdadeiramente agrediram o Senhor Jesus: “Responderam eles: É réu de morte. Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam muros, e outros o esbofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!” (Mateus 26.66-68).
Bem, mas o que lemos no livro de Emmerick e assistimos no filme de Mel Gibson foi um anti-semitismo aberto e descarado.
Antes de analisarmos algumas cenas anti-semitas, é mister pontuarmos que os escritos da freira Anna Katharina Emmerick são bastante antiisraelitas. Emmerick jorra dos seus escritos profundo ódio pelo povo de Israel: “a fúria dos inimigos de Jesus”; o sentimento do povo era de “ódio e fúria” contra Jesus; Jesus “foi levado à Corte de Caifás, entre vaias, gritos e golpes profusos aplicados pela multidão enfurecida”; “os malvados Judeus”; “Os inimigos maliciosos de nosso Senhor”; “os cruéis Judeus” (pp.80, 94, 99, 113 e 163), entre outros adjetivos depreciativos para com o povo judeu.
Só para não deixar nenhum resquício de dúvida, como essa autora tinha um sentimento amargo para com o povo judeu, leia a próxima frase: “uma multidão de infames – a escória de gente – rodeou Jesus como um enxame de vespas enfurecidas e começaram a inundá-lo de todo insulto imaginável” (p.107).
Analisemos agora apenas duas cenas do filme “A Paixão de Cristo” que apelaram para odiarmos os judeus:
a) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que a multidão tentava linchar Jesus quando o mesmo passava pelas ruas e que algumas vezes os furiosos soldados romanos tinham de conter os atos violentos dos judeus. Apesar de, na película cinematográfica, Jesus ter levado a cruz em boa parte do percurso para o Calvário acompanhado de insultos e golpes extremamente violentos proferidos pelos soldados romanos e pela multidão dos judeus, não é isso que a Bíblia relata. Muito pelo contrário, a Escritura diz: “Seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos!” (Lucas 23.27-28). A Bíblia não relata nenhum motim enquanto Jesus caminhava para o Calvário e muito menos se sofreu qualquer outra agressão física durante o trajeto. Aparentemente, apesar de ter sido surrado no pretório, podia facilmente falar com as pessoas ao Seu redor.
O cireneu protesta, mas o romano grita: “Vamos, judeu!” |
b) Em nenhum dos quatro evangelhos lemos que Jesus levou a sua cruz por boa parte do caminho. O texto bíblico relata que, logo após sair do pretório, quem passou a carregar a cruz foi Simão, um cireneu. Se Jesus chegou a carregar a cruz em algum momento, foi apenas durante alguns passos iniciais. “Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz” (Mateus 27.32). Na película, Simão passou a carregar a cruz juntamente com Jesus. É claro que isso não é verdade. O texto bíblico nos ensina que Jesus andou na frente e Simão, que ia logo atrás dEle, carregava a cruz sozinho (Lucas 23.26). Na seqüência cinematográfica, Jesus, fisicamente exausto, cai no chão e então presenciamos talvez o mais forte ato anti-semita do filme “A Paixão de Cristo”: alguns judeus chutam Jesus, algumas mulheres judias sentem pena dEle, os brutamontes soldados romanos tentam afastar a multidão e um deles comenta: “Povo impossível!”. Na seqüência, Simão protesta que não vai mais carregar a cruz se não pararem de torturar Jesus. Então, um soldado romano grita para Simão: “Vamos, judeu!”, e as chibatadas continuam. Entenderam a mensagem nas entrelinhas? O povo judeu é impossível e só atende através de chibatadas.
A propósito, a Bíblia não menciona que Jesus foi espancado no Getsêmani e nem durante qualquer trajeto que realizou. O trajeto de Jesus foi o seguinte: Getsêmani – Casa de Caifás – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Palácio de Herodes – Pilatos, na Fortaleza Antônia – Calvário. Na “Paixão de Cristo” de Mel Gibson, Jesus levou bofetadas, chicotadas, cuspidas, solavancos e pontapés durante todo esse percurso. A Bíblia não menciona que Jesus tenha caído uma só vez no trajeto para o Calvário, já na Paixão de Mel Gibson, Jesus caiu seis vezes.
A quem interessa tamanha violência? A dois grupos de pessoas: primeiro, aos sensacionalistas que querem mostrar o tanto que Jesus sofreu. Segundo, aos que acreditam em penitência como uma forma de pagamento de seus próprios pecados ou como forma de pagar por uma graça alcançada.
Uma pergunta bobinha, mas que não quer se calar
“Quem matou Jesus?”, foi a pergunta feita repetitivamente durante a exibição de “A Paixão de Cristo” nos cinemas. Essa é uma pergunta que pode ser respondida de forma histórica ou espiritual e a resposta é sempre a mesma:
a) Historicamente, quem matou Jesus? Resposta: Os judeus tanto quanto os gentios. A Bíblia de Estudo de Genebra responde: “Os crentes entenderam corretamente que tanto judeus, como gentios eram responsáveis pela crucificação de Jesus. Estes eram Herodes Antipas, que era o filho de Herodes, o Grande, e tetrarca (isto é, autoridade subordinada aos romanos) da Galiléia e Peréia (Lucas 3.1; 23.6-7) e Pôncio Pilatos, que foi procurador romano (governador) [...] de
O apóstolo Pedro e a igreja oraram: “porque verdadeiramente se ajuntaram nesta cidade contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel” (Atos 4.27).
b) Espiritualmente, quem matou Jesus? Resposta: Os judeus tanto quanto os gentios. Na cruz, Jesus levou sobre si os pecados de todos (tanto os judeus como os gentios). Há inúmeros relatos bíblicos sobre a morte de Jesus na cruz, pois essa foi a razão principal de Sua vinda à Terra. Em pelo menos três vezes, Jesus sentenciou claramente aos Seus discípulos que seria morto (Marcos 8.31; 9.31; 10.33-34).
Jesus nasceu para morrer. Na cruz, Jesus se fez o maior dos criminosos, sem nunca ter pecado. Na cruz, Jesus levou sobre si todos os pecados dos judeus e dos gentios. “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3.9-10). “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Jesus “foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação” (Romanos 4.25). “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8). “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5.15).
Irmãos, qualquer outra resposta a essa pergunta é puro bairrismo, racismo, facção e desconhecimento histórico e espiritual.
As doutrinas
Um trecho de um artigo intitulado “O Filme de Mel Gibson – A Paixão de Cristo”, publicado pela Way of Life Literature, do Serviço de Informação da Igreja Batista Fundamentalista dos EUA e Canadá, nos esclarece que esse é um filme católico romano:
Mel Gibson pertence a um grupo católico tradicional que realiza a missa em latim, priva de ingerir carnes nas sextas-feiras, foge do ecumenismo e pratica outras coisas que foram abolidas no Concílio Vaticano II durante a década de 60. Gibson construiu a sua própria capela, chamada Família Santa, próxima a sua casa na Califórnia. Durante a filmagem, Gibson freqüentou as missas católicas todas as manhãs com o desejo errado de “estar puro”.
O roteiro foi traduzido para o aramaico e o latim pelo padre jesuíta William Fulco.
Qual é o evangelho que Gibson está tentando pregar durante o filme? É o evangelho católico dos sacramentos. Quando perguntado por um entrevistador protestante se alguém pode ser salvo fora da igreja católica romana, Gibson respondeu: “Não há salvação para aqueles fora da igreja” (Peter Boyer, “The Jesus War”, The New Yorker, 15 de setembro de 2003). Esse era o ensinamento oficial de Roma antes do Vaticano II.
Mel Gibson (à direita), dirigindo o ator Jim Caviezel. |
De acordo com o romanismo, Jesus Cristo morreu na cruz, adquiriu a redenção e então entregou essa redenção para a Igreja Católica distribuí-la como pedaços de alimentos para os homens via os sete sacramentos. O homem não pode receber a salvação eterna diretamente de Cristo pela fé; ele tem que aproximar-se de Cristo através da Igreja Católica, via batismo, confirmação, missa, confissão para um padre católico, etc. A Igreja Católica ensina que o sacrifício de Jesus na cruz não foi de uma vez por todas suficiente, mas tem de ser perpetuado na missa, a qual é chamada de um sacrifício sem sangue. Considere esta afirmação do Concílio do Vaticano II: “Portanto, a Missa, a Santa Ceia, é ao mesmo tempo e inseparavelmente: um sacrifício no qual o sacrifício da cruz é perpetuado... Pois nele, Cristo perpetua de uma maneira sem sangue o sacrifício oferecido na cruz, oferecendo a si mesmo ao Pai pela salvação do mundo através do ministério dos padres” (Documentos do Vaticano II, “The Constitution on the Sacred Liturgy, Instruction on the Worship of the Eucharistic Mystery”, Introdução, C 1,2 p.108).(15)
Mel Gibson finalmente saiu do armário do anti-semitismo
Enquanto a película estava em evidência, Mel Gibson foi acusado de ser anti-semita e jurou que não era, mas pisou na bola quando foi pego dirigindo em excesso de velocidade em julho de 2006. Leia trecho do seguinte artigo publicado na revista Veja:
Alcoólatra supostamente redimido há vinte anos, em julho o ator e diretor enfiou o pé na jaca, foi parado pela polícia por excesso de velocidade e, daí, saiu do armário do anti-semitismo. Olhando para um policial de sobrenome judaico, detonou: “Os judeus são culpados por todas as guerras do mundo”. No dia seguinte, contrito, pediu profusas desculpas, pôs a culpa no José (Cuervo, o da tequila) e internou-se numa clínica.(16)
Conclusão: Desperta pastor!
Muitos foram os pastores que se emocionaram e apoiaram a película de Mel Gibson, de forma parcial ou total. Alguns deles são meus amigos e até meus pacientes. Gostaria muito de fazer a cada um deles a seguinte pergunta: o que fariam comigo e o que diriam de mim se durante duas horas e quarenta minutos eu pregasse na igreja deles e ensinasse, durante esse período, cerca de 50 heresias? Posso até imaginar algumas respostas. Pois bem, por que não agiram assim em respeito ao filme “A Paixão de Cristo”?
Irmãos, apoiar esse filme não apenas foi fazer um gol contra, foi fazer parceria com o catolicismo, com Anna Katharina Emmerick, com a mariolatria e com Adolf Hitler. Irmãos, essa é uma heresia cinematográfica assim como foram “Jesus Cristo – Superstar” (1973), “A Última Tentação de Cristo” (1988) e como é “O Código Da Vinci” (2006). Oro ardentemente para que Deus nos livre de termos algum pastor se emocionando e apoiando “O Código Da Vinci”.
“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” (1 Coríntios 5.6). “Um pouco de fermento leveda toda a massa” (Gálatas 5.9). “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Efésios 5.11).
Que seja sempre assim, amém! (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)
Bibliografia:
(1) Artigo: “Papal Praise for ‘The Passion’. ‘It is as it was’, John Paul II Says”. Zenit News Agency – The World Seen From Rome. 18 de dezembro de 2003. Código: ZE03121827. http://www.zenit.org/english/visualizza.phtml?sid=46445.
(2) Artigo: “Mel Gibson grants Billy Graham advance look at ‘Passion”’. Florida Baptist Witness. http://www.floridabaptistwitness.com/1987.article.print.
(3) Artigo: “Mel Gibson’s Film ‘The Passion of Christ”’, by David Cloud. Way of Life Literature’s Fundamental Baptist Information Service. Port Huron, MI. Atualizado no dia 29 de março de 2005. http://www.wayoflife.org/fbns/melgibson-thepassionofthechrist/melgibsons-film.html.
(4) Emmerick, Anna Katharina, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Axcel Books do Brasil Editora Ltda. Rio de Janeiro, RJ. 2004.
(5) Tese de Doutoramento do professor Orlando Fedeli, aprovada na Universidade de São Paulo em 1988, sobre os “Elementos Esotéricos e Cabalísticos nas Visões de Anna Katharina Emmerick”, publicada no site Montfort Associação Cultural. http://www.montfort.org.br/cadernos/emmerick.html.
(6) Emmerick, Anna Katharina, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Página 07.
(7) Tese de Doutoramento do professor Orlando Fedeli, http://www.montfort.org.br/cadernos/emmerick.html.
(8) Emmerick, Anna Katharina, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Página 13.
(9) Tese de Doutoramento do professor Orlando Fedeli, http://www.montfort.org.br/cadernos/emmerick.html.
(10) Artigo: “Visions’ Behind The Passion”, by Joe Nickell. Skeptical Inquirer – The Magazine For Science And Reason. Amherst, NY, volume 28, número 03, maio/junho de 2004, página 11.
(11) Tese de Doutoramento do professor Orlando Fedeli, http://www.montfort.org.br/cadernos/emmerick.html.
(12) Artigo: “Pope’s Piks Stir Controversy”. CBS News. Cidade do Vaticano, 3 de outubro de 2004. http://www.cbsnews.com/stories/2004/08/14/world/printable636033.shtml.
(13) Id.
(14) A Bíblia de Estudo de Genebra. Editora Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, SP, 1999. Nota de rodapé de Atos 4.27, página 1278.
(15) Artigo: “Mel Gibson’s Film ‘The Passion of Christ”’, por David Cloud. http://www.wayoflife.org/fbns/melgibson-thepassionofthechrist/melgibsons-film.html.
(16) Artigo: “Diretor perde a direção”. Revista Veja. Editora Abril, São Paulo, SP, edição 1989 – ano 39, número 52, 30 de dezembro de 2006, página 103.
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