Cada sessão da Assembléia Geral funcionará no período das 9h00 às 12h00, e das 14h00 às 17h00.
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Irmãos e amigos, tragédias como a que aconteceu em uma escola do Realengo no Rio de Janeiro, sempre ficaram muito distantes de nós. Ao assistir pela tv, ou ler em jornais e revistas de quando um atirador entrava em uma escola na América ou na Europa, e disparava suas armas matando inocentes, todos nós ficávamos chocados, comovidos, solidários, alguns revoltados – mas logo em seguida parece que sentíamos uma espécie de alívio por ter a certeza de que loucuras assim eram exclusivas do Primeiro Mundo, ou seja longe de nosso país e do nosso dia a dia.
Porém, a partir desta manhã de quinta-feira 07/04 (hoje), não é mais, coisa do países de primeiro mundo.
Um ex-estudante que havia estudado na escola, com apenas 23 anos, armado com dois revolveres calibre 38 e muita munição, invadiu o estabelecimento escolar e sem explicações passou a disparar em todas as direções.
Resultado. Matou 11 crianças, sendo nove meninas, dois meninos e ainda feriu outras 13, sendo 10 meninas e três meninos, antes de ser atingido na perna por um sargento da polícia e se suicidar.
Tenho 3 filhos, dois deles ainda na escola (que alias na escola que eles estudam, dois anos a traz um aluno matou um colega de sala em pelo horário de aula com um tiro na cabeça) como muitos de vocês que estão lendo esta postagem nesse blog, queridos fico imaginando a dor, o sofrimento, a vontade de sumir, a estupefação, a falta de respostas, de cada um daqueles pais e mães que foram repentinamente atingidos por essa imensa tragédia.
Com certeza seus filhos estavam na escola para estudar, no início de suas vidas, sonhando com o futuro, teoricamente estudavam em segurança mas como vimos tiveram uma ruptura brutal, perdendo a vida e sendo feridas. Elas tinham uma vida pela frente. Deve dar uma dor terrível – e a certeza de que nunca mais será possível voltar a ser uma pessoa normal.
Penso eu, e posso estar errado, mas nenhum pai, nenhuma mãe se recupera de uma tragédia assim, sempre estará a lembrança e a dor. Que só Deus poderá trazer um alento e conforto.
Partilho com cada leitor deste humilde blog a tristeza e a angústia que cada um nós sente – e com certeza hoje é um daqueles dias de angústia marcante.
Não sei a opinião de cada leitor, mas uma coisa digo, encarem como um daqueles desabafos que precisam ser feitos.
Difícil ver tudo isso e ficar calado. Que Deus em sua infinita misericórdia venha consolar aos pais e mãe e todos os envolvidos nessa tragédia.
O Brasil está ficando pior a cada dia. A violência chegou e tomou conta. Só Deus pode nos livrar e acontecimentos como o de hoje.
Com sentimento de pai


A Religião verdadeiramente perseguida no mundo hoje é o cristianismo! Ou: de corajosos e covardes.
Os nazistas capturavam vilarejos na Segunda Guerra e transformavam os civis em reféns. A cada soldado alemão morto no conflito, podiam executar, sei lá, cem civis. Mas nem eles matavam pessoas sob o pretexto de que o Mein Kampf tinha sido vilipendiado… É claro que estou fazendo uma ironia macabra! É para ver se certos cérebros ligam nem que seja no tranco! É inacreditável— ou melhor: é acreditável, mas é espantoso! — que delinqüentes intelectuais no Ocidente responsabilizem dois pastores imbecis, que queimaram um exemplar do Corão no EUA, pelos atentados terroristas no Afeganistão!
Com raras exceções, a imprensa ocidental teve a moralidade seqüestrada pela lógica do terrorismo islâmico. É um troço escandaloso! Durante a “revolução egípcia”, a chamada “Primavera Árabe”, que leva Arnaldo Jabor ao delírio, igrejas foram queimadas, cristãos foram assassinados pelo simples fato de… serem cristãos!, casas foram invadidas. Procurem saber o que a imprensa noticiou a respeito. Quase nada!
Atenção! Há, sim, uma religião perseguida no mundo hoje. É o cristianismo! A quase totalidade de mortes em razão de perseguição religiosa se dá contra cristãos: na Nigéria, no Sudão, na Indonésia, em quase todos os países árabes, sejam eles aliados do Ocidente ou não. Há quase dois milhões de filipinos católicos trabalhando na Arábia Saudita, fazendo o serviço que os nativos se negam a fazer. Estão proibidos de cultuar sua religião. A transgressão é considerada um crime grave. Na Nigéria, no Sudão ou na Indonésia, não se queimam exemplares da Bíblia, não; queimam-se pessoas mesmo!
Ninguém dá a menor pelota porque, afinal, o cristianismo é considerado uma religião ocidental — o que, diga-se, chega a ser uma outra burrice histórica; está fora das “vítimas influentes”. Até a minoria Bahá-í, no Irã, tem mais prestígio. Quando digo “até”, não é para subestimar ninguém. A questão não é qualitativa, mas quantitativa. São milhões os cristãos submetidos ao regime de terror, sem que isso comova os “defensores da humanidade”. Parece que o cristianismo não merece nem o olhar caridoso nem o militante.
Não obstante, em nome da “tolerância” religiosa, os nossos “pensadores” eximem de seus próprios crimes os facínoras afegãos que saem degolando a primeira coisa que se mova — desde que estrangeira — para protestar contra a “violação” de seu livro sagrado.
A que se deve isso? Por incrível que pareça, a esquerda antiamericana, antiocidental, vê no islamismo uma espécie de aliado, ainda que regimes fundamentalistas, ainda que os comunas sejam os primeiros a ir para a forca quando os regimes fundamentalistas se instalam. Os esquerdistas ainda não perceberam que só a democracia ocidental, que eles adoram odiar, garante-lhes a devida segurança para que possam tentar destruir a… democracia ocidental.
De resto, detesto gente covarde! E covardes protestam contra a queima de exemplares do Corão nos Estados Unidos. Os realmente corajosos vão protestar contra a queima de Bíblias em Cabul!!!











Considerado o terceiro grupo mais influente no Congresso – atrás apenas dos parlamentares ligados à saúde e dos ruralistas –, a Frente Evangélica passou a atuar de maneira com ainda mais força nesta legislatura com a posse do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ), que defende a bandeira do movimento gay. Amanhã, no lançamento da Frente LGBT, o parlamentar vai protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estende o direito do casamento civil aos homossexuais.
“Isso é antibíblico e fere a ética e a moral. Devem-se manter os valores da família tradicional. Permitir o casamento civil homossexual seria um passo para o casamento religioso”, defendeu o ex-deputado Pastor Pedro Ribeiro (PR-CE), secretário-executivo da Frente Evangélica. “Cada um tem liberdade de fazer com o corpo o que quiser, mas a Constituição só reconhece como casal um homem e uma mulher.”
O mesmo tratamento é dado pelo Fenasp em relação ao projeto que torna crime a discriminação contra homossexuais. A proposta já foi aprovada na Câmara, mas ficou parada no Senado na última legislatura e, no mês passado, foi desarquivada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP). “A Igreja nunca fez discurso de ódio contra ninguém. Não podem querem imprimir uma legislação sobre um debate infundado de que há um preconceito criminoso da nossa parte”, afirmou o pastor Wilton Acosta, presidente nacional do fórum. “Não se trata de preconceito, mas de defender a valorização da família.”
Ribeiro reforçou o discurso de Acosta e disse que, aprovar a proposta, significaria dar mais direitos aos homossexuais além dos que eles já têm como qualquer cidadão. “Apesar de laico, o Estado reconhece a manifestação religiosa. Além disso, todos têm direito à livre manifestação de pensamento e é o que estamos fazendo”, argumentou o ex-parlamentar.
Outro tema que os evangélicos criticam abertamente envolve a legalização do aborto, que é tratada em cerca de 20 projetos em tramitação no Congresso. Em um vídeo apresentado no fórum, o texto falava que o Brasil não pode passar pela “vergonha e maldição de ser um país a favor do aborto”.
As estratégias do Fenasp e da Frente Evangélica para barrar todas essas propostas é readequá-las aos seus “princípios” por meio de emendas ou, então, derrotar as matérias no plenário da Câmara e do Senado. “Também temos deputados nas comissões de Direitos Humanos, da Família e de Constituição e Justiça atentos a matérias nesse sentido”, revelou Ribeiro. Para direcionar a atuação dos parlamentares no Congresso, o fórum fará uma carta dos debates realizados em todo o país.



Ao ser questionada: “com a nova lei, o padre seria obrigado a celebrar um casamento entre homossexuais, sob pena de ser tachado de homofóbico?”
A senadora respondeu: “Claro que não. Há uma ressalva que preserva a liberdade de culto, inclusive a liberdade de poder dizer que, na interpretação daquela igreja, é um pecado”.
Primeiro esclarecimento:
A pergunta feita pela repórter está totalmente fora do contexto do PL 122/2006. Em nenhum momento aqueles que se opõem ao Projeto de Lei fazem-no com temor da obrigatoriedade do tal “casamento gay”, pois o PL 122/2006 não diz respeito a isto.
Segundo esclarecimento:
Ao responder a pergunta, a senadora Marta Suplicy fala que há uma “ressalva que preserva a liberdade de culto, inclusive a liberdade de poder dizer que, na interpretação daquela igreja, é um pecado”.
Não existe, no PL 122, ressalva alguma que versa sobre liberdade de culto e muito menos citando a palavra “pecado”.
Se a repórter quisesse realmente fazer uma pergunta séria, ela teria perguntado sobre os artigos polêmicos que realmente trarão sérios riscos à liberdade de culto no Brasil e até problemas para os pais.
Para saber mais detalhes sobre o real perigo do PL 122/2006
O artigo “O perigo do PL 122/2006“, de 2007, mostra com clareza o que realmente é este perigoso Projeto de Lei.
Ressalta-se que o PL 122/2006 estava arquivado, mas a senadora Marta Suplicy conseguiu a assinatura de alguns senadores e conseguiu desarquivá-lo. Dos mais de vinte senadores que assinaram o pedido de desarquivamento, um deles é do Rio de Janeiro – o senador Lindberg Farias. Este tem planos futuros no Estado ou Município do Rio e que certamente buscará apoio católico e evangélico para suas ambições políticas – chegará então a hora de inquiri-lo do porquê ele ter assinado o desarquivamento de um Projeto de Lei perigoso à igreja brasileira.
DIGA NÃO ao PL 122/2006 (Lei da “Homofobia” ou da “ditadura gay”).
DIGA NÃO ao PL 7382/2010 (Lei da Heterofobia, proposto pelo deputado federal Eduardo Cunha – PMDB/RJ). Tal PL penaliza a discriminação a heterossexual em até três anos de prisão (mais à frente vou escrever o porquê deve-se combater veementemente este outro PL).
Fonte:http://holofote.net
Com a ajuda da Senadora Marta Suplicy, Jean pretende fazer um “rebuliço”, como afirmou, na câmara federal, dizendo que sua luta será contra a bancada evangélica. O deputado carioca também afirmou que pedirá a abertura da contabilidade das igrejas evangélicas que recebem dízimo. Em cima disso o pastor Marco Feliciano fez um pronunciamento rebatendo tais informações dele.
Abaixo você confere a integra do pronunciamento do deputado Pastor Marco Feliciano na Câmara Federal:
É com grande satisfação que uso desta tribuna, neste momento, para manifestar minha preocupação com atitudes e posições de colegas que dizem representantes de minorias e tentam inverter valores, visando instalar uma ditadura de minorias nesta Casa, em contraponto com a grande maioria de deputados representantes de grupos de pessoas que prezam pelos bons costumes, não se reduzindo a apenas Deputados da Frente Evangélica.
Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções, falta de abstração intelectual para apresentar motivos mais substanciais para justificar sua lide e aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas, pois possuem um corpo de administração, com tesouraria e relatório de prestação de contas. Muitas com trabalho social tão relevantes, tirando drogados das ruas e amparado órfãos e idosos, muitas vezes as despesas superando em muito, as receitas.
Sabemos que a mídia sempre dá destaque para posições polêmicas. Entendemos e respeitamos, mas não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz. Esse é o objetivo de quem foi constituído pelo povo para representá-lo nesta Casa de Leis.
Graça a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum, com respeito à posição individual de cada um, desde que não intencionemos fazer com que, por causa da impressão que se quer dar, de fragilidade de determinados grupos, venhamos a renunciar a valores inegociáveis de nosso caráter e formação
Fonte: Gospel+
No dia 24 de junho de 2019, estiveram reunidos em São Paulo, os membros da Comissão Eleitoral (CE) da Convenção Geral das Assembleias de Deu...