quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

EBD - Lição 07 parte 01

IMAGEM: ENOMIR SANTOS (ANANINDEUA-PA)

Esta sétima lição do 1º trimestre de 2010 dividirei em duas partes. Nesta primeira darei ênfase ao terceiro ponto, no que diz respeito a "Paulo dá uma resposta aos adeptos da Teologia da Prosperidade".

PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

-
Conscientizar-se de que a Teologia da Prosperidade pregada e ensinada em nossos dias não se sustenta biblicamente.
-
Compreender que a prosperidade é um ensinamento bíblico, mas, seu ensino levado ao extremo torna-a uma heresia.
-
Identificar um profeta, evangelista, apóstolo, pastor ou mestre da Teologia da Prosperidade.

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 6.10

"como constristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo e possuindo tudo."


1. Antecedentes Históricos da Teologia da Prosperidade

A Teologia ou Evangelho da Prosperidade (ou ainda da Vitória Financeira) tem suas origens nos Estados Unidos, onde por volta dos anos 30 e 40, através dos ensinos de Essek William Kenyon (1867-1948), pastor de várias igrejas na América e fundador de uma denominação própria, ele foi também escritor e radialista (MARIANO, 1999, p. 151). Seus ensinos eram focados na cura, saúde, abundância, prosperidade, riqueza e felicidade pelo poder da mente.

Mariano (idem, p. 152) afirma que Kenyon nunca pregou nem escreveu sobre prosperidade (talvez numa perspectiva doutrinária). Segundo ele, foi o evangelista Oral Roberts quem criou a noção de “Vida Abundante” e deu início à pregação da doutrina e evangelho da prosperidade, prometendo retorno financeiro sete vezes maior que o valor ofertado. Muito interessante, é o fato de que Oral Roberts passou a dar maior ênfase a tal mensagem a partir de 1954, quando ingressar na TV, suas despesas aumentaram consideravelmente. Nos anos 70, nos narra ainda Mariano que Kennet e Gloria Copeland radicalizaram, dando maior projeção ao evangelho da prosperidade, quando prometeram retorno centuplicado dos dízimos e oferta (BARRON, 1987 apud MARIANO, ibdem).

Foi Kenneth Hagin (1917-2003), nascido em McKinney, no Estado do Texas, Estados Unidos, que difundiria amplamente a Teologia da Prosperidade. Conforme Romeiro (1993, p. 15) o ministério de Hagin tornou-se um dos maiores do mundo e sua influência tem se espalhado por muitas partes do globo. Hagin foi um batista que creu nas doutrinas pentecostais, chegando a filiar-se à Assembleia de Deus nos Estados Unidos, vindo posteriormente a sair, para depois de peregrinar por várias igrejas, fundar a sua própria, juntamente com o Instituto Bíblico Rhema, centro divulgador de suas idéias.

No Brasil, segundo Mariano (ibdem, p. 157), a Teologia da Prosperidade iniciou a sua trajetória nos anos 70, penetrando em muitas igrejas e ministérios, em especial: Internacional da Graça, Universal, Renascer em Cristo, Sara Nossa Terra, nova Vida, Bíblica da Paz, Verbo da Vida, Cristo Salva, Cristo Vive, Nacional do Senhor Jesus Cristo, Adhonep, CCHN, Missa Shekinah. Cada instituição e liderança deglutiu, trabalhou e transmutou de diferentes modos as doutrinas desse “novo Evangelho”.

2. A Teologia da Prosperidade como Movimento Doutrinário

Como movimento “doutrinário”, a Teologia da Prosperidade se desenvolveu após os anos 70, encontrando espaço nos grupos evangélicos pentecostais. Sobre isto comenta Pieratt (1993, p. 21):

[...] o pentecostalismo não foi o pai desse novo evangelho, embora talvez possa ser chamado de padrasto, por causa da forma como o abraçou e seguiu seus ensinos. Então, a primeira pergunta que se levanta é por que as denominações pentecostais têm sido mais abertas a esse ensino do que qualquer outro grupo protestante. A resposta parece estar na tendência que elas têm de aceitar dons de profecia e profetas dos dias atuais que afirmam exercer esses dons. Por causa da abertura para visões, revelações e orientações espirituais contínuas fora da Bíblia, cria-se um espaço para a entrada das afirmações do evangelho da prosperidade.

Uma afirmação muito interessante neste enunciado do Pieratt é o fato de que o evangelho da prosperidade não se sustenta na autoridade das Santas Escrituras, mas, na autoridade dos “profetas” da atualidade (ou dos carismas). O motivo disto é a sua fraca sustentação à luz de uma análise exegética e hermenêutica séria e ortodoxa, baseada numa interpretação histórico-gramatical da Bíblia. Observe o que escreveu Hagin: “O próprio Senhor me ensinou sobre a prosperidade [...] recebi isso diretamente do céu.” (in How God Taugh Me About Prosperith, 1991 apud ANKERBERG e WELDON, 1996, p. 32). Em Solving the Mystery of the Miracle Money (Resolvendo o Mistério do Dinheiro Milagroso), Robert Tilton afirma que: “As palavras deste livro não são minhas; são palavras do [...] Espírito Santos [...].” (apud idem, p.33).

Em qualquer época, toda reivindicação de autoridade profética, ou de veracidade da profecia, esteve relacionado à revelação de Deus em seus escritos inspirados:

Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Andareis após o SENHOR, vosso Deus, e a ele temereis; guardareis os seus mandamentos, ouvireis a sua voz, a ele servireis e a ele vos achegareis. (Dt 13.1-4, ARA)

Profecia e teologia devem caminhar de mãos dadas, sendo toda profecia passiva de julgamento (1 Co 14.29) pela teologia (interpretação e sistematização dos mandamentos). A voz de Deus nos mandamentos (texto inspirado), não pode destoar da voz de Deus na profecia (carisma inspirado). Desta forma, teologia e profecia se complementam, em vez de serem entendidas como manifestações antagônicas.

Outro fato digno de nota foi que a doutrina da prosperidade em sua origem, esteve intimamente relacionada à expansão do televangelismo norte-americano:

A origem das doutrinas sobre prosperidade manteve íntima conexão com a expansão do televangelismo norte-americano. Segundo Hadden e Shupe (1987, p. 66-69), em função do aumento da competição entre os televangelistas, o tempo na TV tornou-se muito caro para eles. O custo dos programas subiu mais que a audiência. Pressionados pelas despesas crescentes de seus projetos, que foram se tornando cada vez mais ambiciosos, os televangelistas refinaram as formas de levantar fundos, integrando os apelos financeiros à teologia, que, entre os anos 50 e 60, passou a absorver os ensinos de Hagin. Deste modo, as exigências econômicas do veículo de transmissão da mensagem religiosa acabaram por integrar e, em parte, moldar seu conteúdo. Não é a toa que a Teologia da Prosperidade ingressou no Brasil e se espraiou em diversos segmentos evangélicos por meio dos neopentecostais, justamente os mais ativos difusores do televangelismo entre nós. (MARIANO, ibdem)

Atualmente, no Brasil, o mesmo fenômeno acontece, sendo que o mais grave, é a sua promoção por parte de lideranças com cargos e funções de relevância em Convenções regionais e nacionais de ministros. O caso mais notório é o do pastor Silas Malafaia (atual vice-presidente da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB), que em seu programa “Vitória em Cristo”, além de anunciar por um bom tempo a “Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira” (Bíblia que promove abertamente a Teologia da Prosperidade ou da “Vitória Financeira”), convidou também o pastor Morris Cerullo (comentarista da referida Bíblia) para participar do seu programa, desencadeando com isto uma campanha de levantamento de ofertas, onde os participantes, com base na autoridade do “profeta de Deus”, contribuiriam com R$ 900,00 (novecentos reais), debaixo de promessas de uma abundante colheita financeira (leia em http://www.altairgermano.com/2009/08/teologia-da-prosperidade-aberta-e.html). O mais grave, é que diante de tais episódios os órgãos oficiais da denominação e Convenção, guardiões e especialistas da sã doutrina, simplesmente silenciaram sobre o assunto.

3. A Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira e Outros Escritos Numa Perspectiva Ortodoxa Pentecostal

Ao fazer uma análise teológica dos comentários da mesma sobre o tema “pobreza” e “Teologia da Prosperidade”, percebe-se alguns equívocos doutrinários, conforme abaixo:

Pobreza é escravidão! Ela amarra as pessoas, impedindo-as de terem as coisas que necessitam. A pobreza leva à depressão e ao medo. Não é a vontade de Deus que você viva na escravidão da pobreza. É hora de Deus acabar com a escravidão das dívidas e da pobreza no meio do seu povo! É chegado o momento da liberação de uma unção financeira especial, que quebrará as cadeias da escassez e o capacitará a colher com abundância! (Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira, introdução xxvii)

Tais idéias são equivocadas pelas seguintes razões:

- Pobreza é escravidão

Pobreza nem sempre é “escravidão espiritual”, aliás, na maioria dos casos trata-se apenas de uma condição sócio-econômica, fruto do pecado, da acomodação, da injustiça social, do egoísmo e de outras mazelas. Você pode ser pobre, e mesmo assim, não ser escravo da pobreza. Você pode ser pobre e ser feliz! João Batista (Mt 3.4), Jesus (Lc 2.21-24 com Lv 12.8), Pedro e João (At 3.1-6), Paulo (2 Co 6.10) e tantos outros servos de Deus, apesar de pobres não eram "escravos" da pobreza. É preciso lembrar que a riqueza também pode promover escravidão (Mt 6.19-24). Desta maneira, não é a pobreza ou a riqueza em si que torna alguém escravo, mas sim, a forma como lidamos com essas condições sócio-econômicas.

- A pobreza leva à depressão e ao medo

A pobreza "pode" levar alguém à depressão e ao medo, mas não necessariamente. Todos nós conhecemos pessoas que sobrevivem com poucos recursos financeiros, que não são depressivas nem vivem amedrontadas, pois confiam no Senhor que supre todas as nossas necessidades (Mt 6.31-34). Conhecemos também muitos ricos que são depressivos e amedrontados. A própria Bíblia adverte quanto ao males da riqueza mal adquirida e administrada (1 Tm 6.9-10).

- Não é a vontade de Deus que "você" viva na escravidão das dívidas e da pobreza no meio do seu povo

Você quem? Isso significa que todos os crentes deveriam ser ricos? Você quem? Aquele que comprou a referida Bíblia, ou foi alcançado por seus princípios e ensinamentos? Não amados, nem todos seremos ricos. As razões pelas quais isto não vai acontecer são as mais diversas e complexas possíveis e envolvem fatores sociais, pessoais, espirituais, circunstanciais e outros. Se você contribui com as suas ofertas e dízimos, é trabalhador honesto, se esforça para manter-se qualificado na profissão que exerce, administra com sabedoria o salário que recebe e mesmo assim não alcança a riqueza, não fique triste nem frustrado, contentai-vos com o que tendes (Fp 4.11; Hb 13.5). Seja rico para com Deus (Lc 12.21). Saiba que o mais importante nesta vida não é o quanto você tem, mas o que você é diante do Senhor. Se um dia você ficar rico, dê graças a Deus, se isso nunca acontecer, dê graças a Deus também (1 Ts 5.18).

- É hora de Deus acabar com a escravidão das dívidas e da pobreza no meio do seu povo

Por qual razão Deus só resolveu acabar com a escravidão das dívidas e da pobreza agora, se os fundamentos deste comentário sempre estiveram na Bíblia? Será que Jesus, Paulo, os demais apóstolos, os pais da igreja, os reformadores, os missionários que experimentaram fome e nudez pela causa do mestre nunca enxergaram isso? Deus os privou desta "visão" (aliás, mais uma daquelas visões que só trazem confusão e promovem heresias no Reino de Deus)? Somos uma geração "especial"? Outra coisa, quem disse que a riqueza acaba com as dívidas? Muitos ricos estão proporcionalmente mais endividados do que alguns pobres. A questão da dívida relaciona-se com a forma com de administrarmos os recursos e não em sermos pobres ou ricos.

- É chegado o momento da liberação de uma unção financeira especial

Percebe-se que se trata de mais uma "unção especial", como foi a "unção do riso", "unção do leão" e outras "unções", todas fruto de uma interpretação bíblica equivocada e tendenciosa, desassociada de uma análise exegética séria e genuinamente cristã (é bom lembrar que boa parte dos argumentos e notas da citada Bíblia está fundamentada no Antigo Testamento em promessas direcionadas para o povo de Israel). Não existe uma "unção especial financeira". O que a Bíblia nos revela é a bondade, generosidade, misericórdia e graça de Deus, que faz com ele derrame abundantemente suas dádivas sobre aqueles que contribuem com alegria e liberalidade, promovendo assim socorro aos necessitados, recursos para a obra missionária, manutenção do trabalho do Senhor e o suprimento de outras necessidades (2 Co 9.6-15).

Observe o comentário abaixo:

Se você estiver carregando um fardo financeiro pesado, Deus o libertará. Ele não quer que você lute semana após semana apenas para suprir necessidades básicas. Ele quer libertá-lo da ansiedade mental e da preocupação que oprimem sua mente. (Bíblia Batalha Espiritual e Vitória Financeira, p. 278)

Algumas coisas precisam aqui ser esclarecidas:

- A ênfase do referido comentário deixa de ser dada ao "fardo do pecado" (Mt 11.28-29) e passa ao "fardo financeiro".

- O comentário afirma que Deus não quer que “lutemos” para suprimento de nossas necessidades básicas, mas que deseja que sejamos ricos. A Bíblia é clara quando diz "[...]trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão" (2 Ts 3.12). Na verdade, o Senhor Jesus nos ensina que não devemos "lutar", no sentido dado pelo comentarista (lutar ansiosamente) por uma simples razão, é o próprio Deus que supre nossas necessidades básicas como comer, beber e vestir:

Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Mt 6.31-33)

- Diz ainda o referido comentário: "Ele quer libertá-lo da ansiedade mental e da preocupação que oprimem sua mente". Ora, não é a riqueza que nos livra da ansiedade, mas, sim, nosso contentamento e confiança em Deus que em todas as coisas e situações nos fortalece:

Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece. (Fl 4.11-13)

- É necessário lembrar que ser rico, não é em si mesmo pecado (1 Tm 6.17-19), contudo, uma teologia que prioriza a riqueza na vida do cristão não é ortodoxa nem bíblica.

Observe agora a ligação entre a visão sobre pobreza da referida Bíblia com a Teologia da Prosperidade. Comecemos observando alguns textos escritos ou falas em defesa da Teologia da Prosperidade:

"[...] um outro observou: ' Sabe, Jesus e os discípulos nunca andaram num Cadilac.' Não havia Cadilac naquela época. Mas Jesus andou num jumento. Era o Cadilac naquela época - o melhor meio de transporte existente. Os crentes têm permitido ao diabo lesá-los em todas as bênçãos que poderiam usufruir. Não era intenção de Deus que vivêssemos em pobreza. Ele disse que éramos para reinar em vida como reis. quem jamais imaginaria um rei vivendo em estrita pobreza? A idéia de pobreza simplesmente não combina com reis." (HAGIN, p. 48 apud PIERAT, 1993, p. 59)

E mais:

“[...] Filho de Deus, Jesus não andou em pobreza. Leia cuidadosamente a alimentação dos cinco mil. Quando eles viram os cinco mil, literalmente disseram isto. Agora eu sei que os teólogos farão com isso, mas eu não estou tentando impressionar os teólogos. Estou tentando impressionar pessoas que querem saber o que a Palavra de Deus diz. Estou tentando colocar alguma verdade em seu espírito. E você lê a narrativa, e ela literalmente diz: o discípulo disse: “Compraremos comida e alimentaremos todos estes? E eles disseram: ‘duzentos dinheiros seriam necessários para alimentar a todos. Iremos nós comprar a comida?’. Eles tinham o dinheiro na bolsa para alimentar cinco mil, mais as mulheres e crianças. Estou lhe dizendo, Jesus não liderou um ministério de pobreza”. (Jonh Avanzini, gravado em 14.12.91, no programa Beliver’s Voice of Victory, apud ROMEIRO, 1993, p. 42).

Perceba que a citação do texto de Jo 6.7 é tendenciosa e distorcida. A Bíblia Almeida Revista e Corrigida traduz da seguinte forma:

“Filipe respondeu-lhes: Duzentos dinheiros não lhe bastarão, para que cada um deles tome um pouco.”

A Almeida Revista e Atualizada diz:

“Respondeu-lhe Filipe: Não lhe bastariam duzentos denários de pão, para receber cada um o seu pedaço.”

A Bíblia de Jerusalém narra:

“Respondeu-lhe Filipe: Duzentos denários de pão não seriam suficientes para que cada um recebesse um pedaço”.

Na NTLH lemos:

“Filipe respondeu assim: para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata.”

Por fim a NVI relata:

“Filipe lhe respondeu: Duzentos denários não comprariam pão suficiente para que cada um recebesse um pedaço.”

Perceba quem em nenhuma das versões acima o texto passa a idéia, ou expressa claramente que eles tinham tal quantia. O que Filipe faz é simplesmente um cálculo de quanto seria necessário para alimentar a multidão. Mesmo se naquela ocasião eles dispusessem deste valor, não significaria que sempre tinham dinheiro em abundância.

Observe ainda a seguinte declaração:

Deus quer que seus filhos usem a melhor roupa. Ele quer que eles dirijam os melhores carros e quer que eles tenham o melhor de tudo[...] simplesmente exija o que você precisa. (Kennteh Hagin, New Thressholds of faith, 1985, p. 55 apud Idem, p. 43)

Agora compare com o que está publicado como comentário na Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira:

"Jesus veio destruir as obras do Diabo: 'Para isso o Filho do Homem se manifestou: para destruir as obras do Diabo' (1 Jo 3.8). O pecado, a enfermidade, a pobreza e a morte são jugos do Inimigo! Você não tem de ficar amarrado à pobreza! Jesus veio libertá-lo de todo jugo que o Inimigo queira impor sobre você!" (p. 278)

O que há em comum entre os textos citados? A resposta é clara: todos estão construídos sobre os fundamentos da Teologia da Prosperidade. A lógica desta teologia é simples: doença e pobreza são do diabo. Se o Cristão está doente ou vive em pobreza, encontra-se debaixo do "jugo do Inimigo", ou nem é crente de verdade (ou o suficiente):

Se alguma coisa não estiver dando certo, é porque não contém qualquer virtude ou substância que dá vida. Descarte-a, por não ser um pensamento correto [...] (é) cristianismo de baixo nível [...] (TILTON apud ANKERBERG e WELDON, 1996, p. 72).

Seguindo esse raciocínio, segue abaixo uma lista ampliada de personagens bíblicos que viveram debaixo do "jugo do Inimigo":

- Eliseu (2 Rs 13.14-21) Enfermidade

- João Batista (Mt 3.4) Pobreza

- Jesus (Lc 2.21-24 com Lv 12.8) Pobreza (imagina que nem ele escapou!!!!)

- Lázaro (Jo 11.1-5) Enfermidade

- Pedro e João (At 3.1-6) Pobreza

- Paulo (2 Co 6.10) Pobreza

- Epafrodito (Fp 2.27) Enfermidade

- Timóteo (1 Tm 5.23) Enfermidade

- Trófimo (2 Tm 4.20) Enfermidade

Certamente conhecemos na atualidade, homens e mulheres de Deus (como os citados acima), que se encontram enfermos ou vivem em situação de pobreza (alguns inclusive vivenciam as duas situações). Será que todos eles estão debaixo do jugo de Satanás. Embora o Inimigo possa promover enfermidades e pobreza, nem toda enfermidade e pobreza surgem da parte dele:

"Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados." (Lm 3.39)

Se não fizermos exames de saúde periódicos ou não tivermos uma boa educação alimentar, e isto resultar numa enfermidade, a culpa é do Diabo? É claro que não, a culpa é nossa!

Se não administrarmos bem as finanças, não tratarmos com cuidado o orçamento doméstico, se fizermos um mau investimento, a culpa sempre será do Inimigo?

Volto a ressaltar que fatores sociais, econômicos, culturais e pessoais são a causa de muitos sofrimentos e privações na vida do cristão.

A prosperidade é uma doutrina bíblica (Dt 28.1-14; Js 1.8; Sl 1.1-3, 1 Co 16.1-2 etc), mas, uma vez desassociada de seu contexto, reduzida ao simples fator financeiro e transformada em mera barganha, resultará em distorções e prejuízos de ordem espiritual e material para os seus propagadores e seguidores.

Que o Senhor continue nos livrando destes “ventos de doutrina” que nos induzem ao erro e ao engano (Ef 4.14).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Baseado nas argumentações aqui expostas torna-se claro que a ascensão da Teologia da Prosperidade no meio pentecostal brasileiro (com ênfase nas Assembleias de Deus), dá-se, principalmente em razão da:

- Desconfiança ou ignorância sobre a necessidade da formação teológica de suas lideranças e de seus ministros;

- Desconhecimento das bases históricas e teológicas do Evangelho ou Teologia da Prosperidade;

- Ênfase desmedida nos dons espirituais, em detrimento de uma análise e interpretação bíblica séria e profunda;

- Descasos e omissões de Conselhos e Comissões especializadas, que por questões políticas ou outras, não se posicionam firmemente contra as condutas e posicionamentos teológicos equivocados;

- Oportunismo ou desespero de alguns pastores e televangelistas, que se aproveitam da realidade econômica do país e de suas desigualdades sociais, associadas à falta de criticidade de seus "seguidores", tornando-os objetos de fácil engano e manipulação.

3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Abra uma discussão em classe sobre o tema Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira) para que se chegue ao entendimento de que a defesa exagerada da "pobreza" ou da "riqueza", por parte de quem quer que seja, são posicionamentos equivocados à luz da Palavra de Deus.


4. RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro, cartolina, pincel ou giz.

5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS
ANKEBERG, John; WELDON, John. Os fatos sobre o Movimento da Fé: qual a sua origem, o que ensina, a quem prejudica: Porto Alegre-RS: Chamada da Meia-Noite, 1996.
Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira
. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2007.
Bíblia de Estudo NTLH
. Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Barueri-SP, SBB, 2005.
Bíblia de Estudo Pentecostal
. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida Edição de 1995. Flórida-EUA: CPAD/ Life publishers, 1995.
Bíblia Sagrada Nova Versão Internacional.
Edição Especial projeto Minha Esperança Brasil. São Paulo: SBI-STL Brasil, 2008.
Bíblia Sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri-SP: SBB, 1996.

Bíblia Sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri-SP: SBB, 1996.

MARIANO, Ricardo. Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Loyla, 1999.

PIERATT, alan B. O Evangelho da Prosperidade: análise e resposta. São Paulo: Edições Vida Nova, 1993.
ROMEIRO, Paulo. Supercrentes: o evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os profetas da prosperidade. 6. ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1996.


Boa aula!

Fonte: Blog do Pastor Altair Germano

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Atualização do blog

A paz do Senhor,

Irmãos e amigos que acessam este blog, temos procurado sempre fazer o melhor, trazendo mensagens que edifiquem vidas, notícias da obra de Deus, mas a partir de agora estaremos também divulgando um pouco mais do trabalho que Deus em sua infinita misericórdia tem concedido a mim e a minha querida esposa, a irmã Elizabete Beatriz, como já divulguei aqui, sou Evangelista membro da Assembléia de Deus em Cascavel Pr, da Convenção Paranaense (CIEADEP) e da Convenção Geral (CGADB) tenho tido a oportunidade de ministrar a palavra de Deus em muitos lugares inclusive fora do Brasil, minha esposa também faz parte do rol de membros aqui em Cascavel e para Glória de Deus tem uma chamada Divina, louva e ministra a palavra com muita unção, tem ido a muitas localidades ministrando e louvando.


Agradeço a Deus pela minha querida esposa.


Já esta em fase final a gravação do 1º CD da irmã Elizabete Beatriz, que permitindo Deus até abril será lançado, tenho certeza que será mais um canal de benção para muitas vidas.


Continue acessando nosso blog, deixando seu pedido de oração, recado no mural de recados, será um prazer ter a sua participação, e que a benção de Deus seja abundante em vossas vidas.


Em tempo queremos agradecer a Deus pela vida do nosso filho, Cristopher Werner, (http://geracaoqueclamagqc.blogspot.com) foi ele que montou esse novo layout do blog, que Deus continue lhe abençoando e dando sabedoria a cada dia.


Um grande abraço a todos,


Ev. Jairo Elin e irmã Elizabete Beatriz

sábado, 6 de fevereiro de 2010

EBD - Lição 06

IMAGEM: ENOMIR SANTOS (ANANINDEUA-PA)

Nesta sexta lição do 1º trimestre de 2010 daremos ênfase ao terceiro ponto, pois trata especificamente do tema principal.

PLANO DE AULA

1. OBJETIVOS DA LIÇÃO

- Conscientizar-se de que o ministério da reconciliação consiste na proclamação da obra expiatória do Senhor Jesus Cristo.
- Compreender que a grande motivação do ministério de Paulo era o amor de Cristo.
- Saber que o amor de Cristo nos constrange e transforma.

2. CONTEÚDO

Texto Bíblico: 2 Co 5.14, 15, 17-21


EXAMINANDO OS TERMOS BÍBLICOS
O título da Lição possui duas palavras chaves: ministério e reconciliação. A análise do termo ministério (gr. diakonia) já foi tratado na Lição 03.

A palavra "reconciliação" (gr. katallagês), assim como o verbo "reconciliar" (gr. katallásso), conforme o Dicionário Vine (2003, p. 929-930)"denota mudar, trocar (sobretudo dinheiro); por conseguinte, acerca de pessoas, 'mudar de inimizade par amizade, reconciliar'. No que tange a relação entre Deus e o homem, o uso deste verbo e de outras palavras relacionadas mostra que a 'reconciliação' é primariamente o que deus realiza, exercendo Sua graça para com o homem pecador com base na morte de Cristo em sacrifício propiciatório sob julgamento devido ao pecado (2 Co 5.19)".

Champlin (2001, p. 574) define reconciliação como "essencialmente troca, permuta. Consiste da mudança de relação de hostilidade que pode existir entre dois indivíduos, passando eles a serem amigos entre si. Essa relação de hostilidade é alterada para a relação de paz. Há, portanto, a permuta de estado. Do estado de paz, em seguida fluem todas as bençãos da salvação, isto é, a salvação que se deriva da vida de Cristo." Diz ainda champlim que a reconciliação:

- É um ato de Deus. Ele é quem toma a iniciativa, e ele é quem leva essa sua obra ao seu final determinado.

- O objeto da reconciliação é o homem. Por causa do seu pecado o homem tornou-se inimigo de Deus, provocando a desordem no universo moral.

- Muda o estado do homem. De inimizade a relação do home passa a ser de amizade com Deus.

- Envolve uma calorosa experiência humana. Tal experiência diz respeito a vida religiosa árida e impessoal, para um viver abundante na presença e se relacionando pessoalmente com Deus.

- O meio eficaz da reconciliação é a morte de Jesus Cristo. Paulo considerava a reconciliação como algo alicerçado na morte e ressurreição de Cristo.

Andrade (1998, p. 251) diz que "reconciliação" (do lat. reconciliatio) significa "Reatamento de relações entre parte litigantes. O Senhor Jesus, com a sua morte vicária, reconciliou com Deus de maneira definitva, clara e eficiente (Ef 2.16; Cl 1.20)".
A Bíblia deixa claro que os pecadores são inimigos de Deus (DOUGLAS, 1988, p.1371, v. 2): "(Rm 5.10; Cl 1.21; Tg 4.4) [...] Um inimigo não é alguém que está apenas um pouco aquém de ser um amigo. O inimigo está num campo diametralmente oposto. [...] Ora, a maneira de vencer a inimizade é eliminar a causa da disputa. Podemos pedir desculpas pela palavra precipitada que dissermos, podemos fazer qualquer restituição ou reparação apropriada. Porém, em todos os casos, o caminho da reconciliação é alcançado mediante um tratamento eficaz com a causa raiz da inimizade. Cristo morreu para eliminar nosso pecado. Dessa maneira ele tratou da inimizade entre o homem e Deus. Cristo pôs a inimizade fora do caminho. E abriu largamente o caminho para que os homens possam voltar a Deus. É justamente isso quie é descrito pelo termo 'reconciliação'".

Para Pentecost (1986, p. 79) "O Senhor Jesus Cristo com a sua morte na cruz realizou a grande mudança. Foi uma mudança de posição: o relacionamento do mundo com Deus foi mudado, e a sua salvação se tornou possível. Mas Jesus Cristo com sua morte na cruz possibilitou uma segunda grande mudança e esta não foi de posição; esta é experimental, a mudança do homem mundano em direção a Deus. É por isso que o apóstlo em sua carta aos Coríntios destaca exatamente o ponto para o qual quero chamar sua atenção em nossas considerações sobre a doutrina da reconciliação."

O MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO (ten diakonian tes katallages)

Pentecost (idem , p. 80) diz que "Deus não deu aos anjos o ministério da reconciliação, embora seja certo que ficaraim jubilosos de pregar o Evangelho se o Senhor lhes desse vozes que os ouvidos humanos pudessem ouvir. Deus confiou a nós, os crentes, o ministério da reconciliação. Aquele que ocupa o púlpito não tem maior responsabilidade nesse ministério que qualquer outro filho de deus que esteja sentado na igreja, porque as Escrituras dizem que Deus confiou a nós o ministério da reconcilação. Nossa missão é fundamentalmente anunciar aos homens que eles precisam reconciliar-se com Deus. Eles sabem disso: sabem que são ímpios, fracos inimigos e pecadores. O que os homens precisam saber é a maneira como podem reconciliar-se com Deus. nosso ministério consiste em mostrar o Senhor Jesus Cristo, o agente de Deus para a reconciliação, a fim de que os homens possam reconciliar-se com Deus através de Jesus Cristo."

Champlin (idem) concorda declarando que "A outorga do ministério da reconciliação poderia ter sido feita aos anjos ou a outros seres (talvez desconhecidos de nós). Porém, foi entregue ao humilde homem, de tal maneira que, em amor, um ser humano pode ajudar a outro. Isso agradou a Deus, porquanto isso deu aos homens a oportunidade de viverem segundo a lei do amor, que é a prova mesma da espiritualidade (ver 1 Jo 4.7)."

No Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento (2003, p. 1096-97) encontramos que "[...] Deus iniciou a proclamação mundial de sua reconciliação; foi Ele que 'nos deu o ministério da reconciliação' (v. 18) e pôs em nós a palavra da reconciliação (v. 19). Da provisão até a proclamação, Deus é o autor, o arquiteto, e a força motora da reconciliação."

Em sua nota de rodapé sobre 2 Co 5.18-19, a Bíblia Vida Nova (1989, p. 216) relata que "É notável que Paulo emprega oito verbos neste parágrafo tendo Deus como sujeito. Deus é o Reconciliador, aquele que une o pecador rebelde com seu santo Criador. Cristo é o agente dessa reconciliação (18, 19). Nós somos os embaixadores (19). Deus confiou nas mãos de todos os reconciliados o privilégio de anunciar essa boa nova. A palavra é o evangelho. Inclui um apelo (20; 6.1,2) sendo essencial que o inimigo rebelde se submeta e se entregue ao Senhor."

3. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO

Transcreva o quadro comparativo da Lição Bíblica sobre a condição do homem antes da reconcilliação e após ser reconciliado. Como sempre, sugiro que a lista seja aumentada com a participação dos alunos.

Você pode fazer uma ilustração da reconciliação provida por Deus com cinco alunos. O primeiro representaria Deus, o segundo representaria o homem em sua condição de inimigo de Deus, o terceiro ficaria colocado entre Deus e o homem, representando a causa da inimizade, o pecado, o quarto representaria Jesus que com a sua morte e ressurreição possibilitou a reconciliação e o quinto aluno, o crente que recebeu o ministério da reconciliação. A dramatização seria a seguinte:

Entre Deus (aluno 1) e o homem pecador (aluno 2) ficaria a inimizade (aluno 3). Jesus (aluno 4) surge e remove a causa da inimizade, o pecado (aluno 3) de entre Deus e o homem pecador (aluno 2). Dessa forma o caminho fica livre. Surge o ministro da reconciliação (aluno 5) e proclama as boas novas de salvação ao homem pecador (aluno 2), declarando que o caminho para Deus (aluno 1) está livre, pois a causa da inimizade (o pecado) já foi resolvida (retirada) na cruz . O aluno 2, que representa o homem pecador atende a mensagem do ministro da reconciliação (aluno 5) e é recebido com um abraço de Deus (aluno 1).


4. RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro, cartolina, pincel ou giz.

5. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

- A Sã Doutrina, Mundo Cristão.
- Bíblia de Estudo Vida Nova, Vida Nova.
- Chave Linguística do Novo Testamento Grego, Vida Nova.
- Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD.
- Dicionário VINE, CPAD.
- Dicionário Teológico, CPAD.
- Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, Hagnos.
- Novo Testamento Interlinear, SBB.
- O Novo Dicionário da Bíblia, Vida Nova.

Boa aula!

Post extraido do blog do Pastor Altair Germano
www.altairgermano.com

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Até onde isso vai??

Irmãos e amigos, a palavra de Cristo é clara no que tange aos ultimos tempos, e nesse começo de ano podemos claramente ver acontecer fatos que nos levam a leitura da bíblia e comprovar que realmente estamos próximos do fim.
Vejamos; no Brasil as aguas tem trazido destruição e morte, no sul e no sudeste, quantos mortos, quanto prejuizo, na América do Norte, Europa e na Asia é o frio que tem trazido morte e prejuizos e por fim no Caribe no pequeno Haiti o terremoto que grande destruição trazendo prejuizos e o que é mas triste a morte de mais de 150.000 pessos, ao ver isso constatamos que a natureza tem sido prova que a volta de Cristo está mais próxima que pensamos.

Porém algo mais que me chamou a atenção é o que descrevo agora.

Uma escola para gays, isso mesmo, uma escola para ensinar os gays dançar, desfilarem e outras coisas, e isso com recursos do governo.

Irmãos e amigos, realmente não falta mais nada para a volta de Jesus, estejamos preparados para quendo Ele vier.


Clique na imagem e veja a reportagem completa sobre essa aberração. (eu considero isso uma aberração)

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Novas táticas


Amigos estou repassando algo que li no blog do Pr. Altair Germano (http://www.altairgermano.com/) e que achei importante postar aqui.

Veja essa tática usada pelos bandidos.

Cuidado em bares, restaurantes, IGREJAS e outros locais de encontros coletivos. Bandidos estão dando de 10 x 0 em criatividade em nós e na Polícia, portanto, vamos acabar com isso...
Vejam: Você e seus amigos ou familiares estão num bar ou restaurante, batendo papo e se divertindo. De repente chega um indivíduo e pergunta de quem é o carro tal, com placa tal, estacionado na rua tal, solicitando que o proprietário dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está dificultando a saída de outro carro. Você, bastante solícito vai, e ao chegar até o seu carro, anunciam o assalto e levam seu carro e seus pertences, e ainda terá sorte se não levar um tiro...

Numa mesma noite, o resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas no mesmo tipo de história.Repasse esta notícia para alertar seus amigos... O jeito, em caso semelhante é ir acompanhado! Chame alguns amigos para ir junto, e de longe verifique se é verdade. Isto também pode acontecer, quando se está na igreja, supermercado... ou em outros locais de encontros coletivos.

Outra tática usada:

Imagine que você vai para o seu carro que deixou estacionado bonitinho, abre a porta, entra, tranca as portas para ficar em segurança e liga o motor. Você não faz sempre assim? Entretanto, olhando pelo espelho interno, você vê uma folha de papel no vidro traseiro, que te bloqueia a visão. Então, naturalmente, xingando quem colocou um maldito anúncio no seu vidro traseiro, você põe o carro em ponto morto, puxa o freio de mão, abre a porta e sai do carro para tirar o maldito papel, ou o que seja que esteja bloqueando a sua visão. Quando chega na parte de trás, aparece o ladrão, vindo do nada, te rende, entra e leva o seu automóvel c/ a chave na ignição, o motor que estava ligado (se tiver bloqueador já vai estar liberado), c/ a sua carteira, documentos e o que mais houver lá. Assim, se houver alguma coisa bloqueando a sua visão, não desça do carro. Arranque o seu veículo usando os espelhos retrovisores externos, espere e desça em outro local, mais à frente, c/ total segurança.

REPASSE!!! Esta é quente!

Muito cuidado e atenção !!!

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende.

Boa sorte, boa prevenção, e fiquem atentos.



domingo, 17 de janeiro de 2010

Carta ao Apóstolo Paulo


A paz do Senhor, amigos e irmãos segue abaixo carta fictícia, onde conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário.

Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo. Interessante é que a carta mostra todo o ministério de Paulo, porém não da o devido valor. Isso carateriza bem o que estamos estudando nesse trimestre, e em espcial na lição de hoje (domingo 17/01/2010).



Ao Reverendo Saulo Paulo Missionário Independente

Roma, Itália

Caro Sr. Paulo:
Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha.
Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente.
Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.
Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.
Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.
É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na Polícia.
O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo". Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto.
Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego.
Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de certa idade.
Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.
Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.
O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.
Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.
O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.
O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.
Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.
Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas.
Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.
O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.
A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.
Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão?
Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões Mundiais. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.
Sinceramente,
A. Q. Cabeçadura
Secretário da Junta de Missões Mundiais


Autor: Anônimo
A Espada do Espírito
http://www.espada.eti.br/cartaplo.asp


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Para o melhor amigo


Caros leitores leiam com atenção a história abaixo que estou repassando,



Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro, aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.
Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão e ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava.
Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Disse não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam a toa pelas ruas.
– Nossa amizade começou com um pedaço de pão - disse o mendigo.
Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí não me largou mais.
– Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

– Como vocês se ajudam? Perguntei.
– Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.
Continuando a conversa, perguntei:
– Serapião, você tem algum desejo de vida?
– Sim, respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.
– Só isso? Indaguei.

– É, no momento é só isso que eu desejo.
– Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.
– Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? Perguntei intrigado.
Ele, com a boca cheia, respondeu:
– Para o melhor amigo, o melhor pedaço.
E continuou comendo, alegre e satisfeito.
Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita.


“PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO”





Caro leitor, me permita perguntar, como esta a sua relação de amizade com seus amigos?

E como esta a tua relação com DEUS? Ele é seu amigo só quando você precisa Dele??



Pense nisso...




sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pessoas diferentes


Algumas pessoas ao serem entrevistadas em uma pesquisa que perguntava, qual a razão da admiração que sentiam por quem consideravam "pessoas especiais", a resposta era quase sempre:
– Essa pessoa é "diferente"...!!
– E quando perguntado:
– "Diferente" em quê?
A resposta era quase sempre:
– "Diferente" em tudo..!!!
De fato, as pessoas especiais, sejam elas o que forem, são "diferentes" das demais.
Elas...
Pensam de forma diferente.
Agem de forma diferente.
Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente.
São mais positivas.
Sorriem muito mais que as outras.
Acreditam em si próprias.
Conseguem enxergar oportunidades nas crises.
Participam mais.
Comprometem-se mais.
Terminam as coisas que começam.
Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem.
São polidas e educadas e além da "boa intenção".
Têm muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas.
Ouvem mais do que falam.
Respeitam as opiniões alheias.
Sabem dizer "eu não sei" e dizem com freqüência a frase: "eu não compreendi...".
São pessoas simples e objetivas.
Não usam vocabulário rebuscado e complexo.
Compartilham tudo com os amigos (alegrias e tristezas).
Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem.
São pessoas simples e humildes de coração.
Vivem intensamente cada momento de suas vidas.
Valorizam mais o SER que o TER.
E por fim, elas praticam um ato que sintetiza tudo o que foi dito acima:
Elas amam as outras pessoas e também tudo o que fazem.
Daí a "diferença": o Amor!


E quando se tem no coração o Amor de Deus, essas pessoas conseguem realmente mudar, opiniões, ambientes e marcam as vidas por onde passam.


Pense nisso, e deixe o amor de Deus tomar conta da tua vida.
Leia e aplique em sua vida I Cor. 13



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Voltando a postar

A paz do Senhor,

Irmãos e amigos leitores, estive ausente por mais de 20 dias por motivo de mudança, impressionante, mas em pleno 2010, em uma cidade com mais de 300.000 habitantes a compania de telefone demorar todo esse tempo pra fazer uma simples transferência, mas agora tudo ok, esperamos poder estar novamente em contatos convosco trazendo novas postagens com notícias da obra de Deus, mensagens e outros artigos que venham contribuir para o crescimento espiritual de todos os que acessam esse blog.

Abraços a todos, desejo de todo coração que tenhamos um Feliz 2010, repleto das bençãos de DEUS.



domingo, 13 de dezembro de 2009

Dia da Bíblia

A Paz do Senhor,


Irmãos e amigos, hoje, segundo domingo de dezembro comemoramos o dia da Bíblia, a bíblia que é a bússula que nos orienta em nossa caminhada.

"Lampada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho"
Salmos 119:105


Hino 499 HC
I
Santa Bíblia, para mim, És o meu tesouro, sim;
Tu contens a lei de Deus E me mostra lindos céus;
Tu me dizes quem eu sou, Donde vim, pra onde vou!
II
Tu repreendes meu falar, Me exortas sem cessar.
Alumias os meus pés, E me guias, pela fé,
Para as fontes de amor, Do bendito Salvador!
III
És a voz dos altos céus, Do Espírito de Deus.
Que vigor a minha alma dá, Quando em aflição está;
Me ensinas triunfar Dentre os mortos, do pecar!
IV
Por Tua santa letra sei, Que com Cristo reinarei;
Eu que tão indigno sou, Por Tua luz, ao céu eu vou;
Santa Bíblia para mim, És o meu tesouro, sim!


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Você me ama?


Um dia, levantei-me de manhã cedo para assistir ao nascer do sol.

A beleza da criação divina estava além de qualquer descrição. Enquanto eu assistia, louvei a Deus pelo Seu belo trabalho, Sentado ali, senti a presença de Deus comigo.

Ele me perguntou:
– VOCÊ ME AMA?
Eu respondi: – Claro, Deus! Você é meu Senhor e Salvador!
Então, Ele perguntou:
– Se você tivesse alguma dificuldade física ainda assim me amaria?
Eu fiquei perplexo. Olhei para meus braços, pernas e para o resto do meu corpo e me perguntei quantas coisas eu não seria capaz de fazer, as coisas que eu dava por certas. E eu respondi:
– Seria difícil, Senhor, mas eu ainda Te amaria.
– Então o Senhor disse:
– Se você fosse cego, ainda amaria minha criação?
Como eu poderia amar algo sem a possibilidade de vê-lo ? Então eu pensei em todas as pessoas cegas no mundo e quantos deles ainda amaram a Deus e Sua criação. Então respondi:
– É difícil pensar nisto, mas eu ainda te amaria.
O Senhor então perguntou-me:
– Se você fosse surdo, ainda ouviria minha palavra?
Como eu poderia ouvir algo sendo surdo ? Então eu entendi. Ouvir a palavra de Deus não é simplesmente usar os ouvidos, mas nossos corações. Eu respondi:
– Seria difícil, mas eu ainda ouviria a Tua Palavra.
O Senhor então perguntou-me:
– Se você fosse mudo, ainda louvaria Meu Nome?
Como eu poderia louvar sem uma voz? Então me ocorreu: Deus quer que cantemos de toda nossa alma e de todo o nosso coração. Não importa como possa parecer. E louvar a Deus não é sempre com uma canção, mas até quando estamos oprimidos... louvamos a Deus com nossas palavras de gratidão. Então respondi:
– Embora eu não pudesse fisicamente cantar, eu ainda louvaria Teu Nome.
E o Senhor perguntou-me:
– Você realmente ME AMA?
Com coragem e forte convicção, eu respondi seguramente:
– Sim, Senhor! Eu Te amo! Tu és o único e verdadeiro Deus!
Eu pensei Ter respondido bem, mas então Deus perguntou-me:
– ENTÃO POR QUE PECAS?
Eu respondi:
– Porque sou apenas um ser humano. Não sou perfeito.
– ENTÃO, POR QUE EM TEMPOS DE PAZ VOCÊ VAGUEIA AO LONGE? POR QUE SOMENTE
EM TEMPOS DE PROBLEMAS VOCÊ ORA COM O FERVOR QUE ME AGRADA?
Sem respostas, somente lágrimas, o Senhor continuou:
– POR QUE ME LOUVAS SOMENTE NAS CONFRATERNIZAÇÕES, NAS REUNIÕES E NOS
RETIROS? POR QUE ME BUSCAS SOMENTE NAS HORAS DE ADORAÇÃO? POR QUE ME PEDES COISAS TÃO EGOÍSTAS? POR QUE ME FAZES PERGUNTAS SEM FÉ, FILHO DE HOMEM?
As lágrimas continuavam a rolar em minha face...
– POR QUE VOCÊ ESTÁ COM VERGONHA DE MIM? ACHAS QUE NÃO?... POR QUE, ENTÃO, NÃO ESTÁS ESPALHANDO AS BOAS NOVAS? POR QUE EM TEMPOS DE OPRESSÃO VOCÊ CHORA A OUTROS QUANDO SOU EU QUE TE OFERECE MEU OMBRO? POR QUE CRIAS DESCULPAS QUANDO LHE DOU OPORTUNIDADES DE SERVIR EM MEU NOME? VOCÊ ESTÁ ABENÇOADO COM MINHA VIDA. EU NÃO LHE FIZ PARA QUE JOGASSE ESTE PRESENTE FORA.
– EU TE ABENÇOEI COM TALENTOS PRA ME SERVIR, MAS VOCÊ CONTINUA A SE VIRAR... EU REVELEI MINHA PALAVRA ETERNA A VOCÊ, MAS NÃO VEJO PROGREDIR NO MEU CONHECIMENTO... EU FALEI CONTIGO MAS SEUS OUVIDOS ESTAVAM FECHADOS... EU TE MOSTREI MINHAS BÊNÇÃOS, MAS SEUS OLHOS SE VOLTAVAM PARA OUTRA DIREÇÃO...
– EU TE MANDEI SERVOS, MAS VOCÊ SE SENTOU OCIOSAMENTE ENQUANTO ELES ERAM AFASTADOS... EU OUVI TUAS ORAÇÕES E AS VENHO RESPONDENDO...
– Eu tentei responder, mas não havia respostas a serem dadas...
– VOCÊ VERDADEIRAMENTE ME AMA?
Eu não pude responder. Como eu responderia? Estava inacreditavelmente
constrangido. Eu não encontrava desculpas. O que eu poderia dizer?
Quando meu coração chorou e as lágrimas brotaram, eu disse:
– Por favor, perdoe-me Senhor. Eu não sou digno de ser chamado teu filho... Perdoe-me...
Ao que o Senhor respondeu:
– EIS AÍ A MINHA GRAÇA, Ó CRIANÇA MINHA. VOCÊ É MINHA CRIANÇA, E É ASSIM QUE TE VEJO: MINHA CRIANÇA POR QUEM MORRI. NUNCA TE ABANDONAREI.
– SAIBA QUE QUANDO VOCÊ CHORAR, EU TEREI COMPAIXÃO E CHORAREI CONTIGO... QUANDO VOCÊ ESTIVER DESANIMADO, EU MESMO TE ENCORAJAREI... QUANDO VOCÊ CAIR, IREI TE LEVANTAR... QUANDO VOCÊ ESTIVER CANSADO, IREI TE CARREGAR NAS MINHAS MÃOS...
– EU VOLTO A TE DIZER: ESTAREI COM VOCÊ ATÉ O FINAL DOS TEMPOS, DESCANSE EM MM PORQUE DIGO QUE TE AMAREI PARA SEMPRE, CRIANÇA MINHA, FILHINHO POR QUEM VELO...
Eu jamais chorei daquela maneira antes. Como pude ter sido tão frio? Como pude ter magoado ao meu Deus como fiz? Eu perguntei a Ele:
– Quanto me amas?
Então, naquele momento, o Senhor esticou seu braço e eu vi suas mãos com buracos sangrentos... Ele me mostrou naquele arrebatamento suas mãos ensangüentadas.

Logo, curvei-me aos pés de meu Jesus Cristo, o meu Salvador e, pela primeira vez, eu pude sentir que orei verdadeiramente...
Ele está vivo! e Ele é tremendamente Fiel!
ALELUIA!




quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Oração de uma ovelha


Senhor, ontem eu vi o meu pastor chorando,
E naquele instante eu fiquei pensando
Quem poderia lhe causar tamanha dor?
Qual ovelha fez chorar o meu pastor?

Seriam estas lagrimas pôr uma ovelha perdida,
Rebelde, desobediente, ou quem sabe caída,
Que trocou o aprisco pelo mundo enganador,
Fazendo sofrer tanto o coração do meu pastor?

Senhor, não me deixes ser uma ovelha assim.
Não deixes nunca o pastor chorar pôr mim.
Faze-me mansa, submissa, meiga, obediente,
Humilde e voluntária, ovelha simplesmente...

Quero caminhar à luz da tua doutrina
E beber na fonte desta água cristalina
Que vem do alto, enchendo-me da tua graça.
Ovelha pôr dentro e pôr fora, pôr favor me faça.

Senhor, quero neste rebanho promover união.
Não me deixes ser problema, mas me faças solução.
Quero somar as alegrias e multiplicar o amor.
E nunca ser o motivo das lágrimas do meu pastor.


Caro irmão me permita te perguntar, Você tem orado em favor do teu pastor? Ou simplesmete fica a todo tempo, procurando defeitos nele? Ou quem sabe fica questionando se é de Deus o que ele prega e ensina?
Permita Deus que venhamos orar por nossos pastores, pedindo a Deus que venha abenço-los para que possam nos trazer o melhor de Deus em nossas vidas.





domingo, 29 de novembro de 2009

A Ordem dos fatores altera o resultado sim!!

"Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
Você significa nada.
Não poderia dizer jamais que
Alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
E tarde demais ..."


Triste, né? Agora... leia de baixo para cima !


Convite!!

A juventude das Assembléias de Deus em Cascavel Pr, estará realizando no próximo final de semana mais uma confraternização, será a 32ª e com certesa Deus nos abençoará grandemente, voce que é da região oste do Paraná venha participar conosco dessa grande festa.

Preletor: Pr. Idekazu Takayama
Cantora: Mara Lima


Faça sua caravana e venha ser abençoado por Deus.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

É URGENTE!!!

A paz do Senhor,

Como ministro do evangelho, tenho pregado a palavra de Deus em vários lugares, e não gostaria de ter a liberdade de pregação amordaçada, como sou filiado a CIEADEP, Convenção das Igrejas Assemblléias de Deus no Estado do Paraná, quero partilhar dessa campanha que esta sendo divulgada no site da CIEADEP - http://www.cieadep.com.br/
Caro irmão e amigo, venha fazer valer o seu direito de expressão, participe dessa enquete diretamente no site do Senado Federal, lembrando que é os senadores que estarão votando o projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais.

Acesse agora a enquete do senado e diga

NÃO

Veja o que eles disseram:
Crivella: Criticou a votação do requerimento para suspender a audiência pública sobre o assunto, considerado polêmico, e a inclusão do projeto como item extra-pauta. Para o senador, na forma como foi aprovado, o projeto é inconstitucional, já que, a seu ver, nega aos cristãos o direito de livre expressão. - Isso fere todo sacerdote, todo padre, todo pastor; fere todo pai, todo cidadão que queira ensinar ao filho que o homossexualismo é pecado. Não pode mais porque passa a ser crime - disse.
Magno Malta: Lembrou que a votação às pressas do projeto em Plenário já havia sido tentada em dezembro do ano passado. Em sua avaliação, a proposição cria uma "casta especial". - A discussão não é religiosa. Trata-se de um projeto de lei inconstitucional. Precisamos debater a questão com a sociedade, e essa Casa precisa votar com a sociedade - disse.
Valter Pereira: Observou que o projeto pode fomentar, inclusive, conflitos entre pais e filhos, caso filhos homossexuais decidam questionar a educação que receberam dos pais de acordo com padrões heterossexuais.
(Fonte: Agência Senado)


VOCÊ VAI SE OMITIR?

Divulgue essa notícia para seus amigos votarem tambem na enquete do site do Senado.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Aviso bíblico


Um pastor decidiu visitar os membros de sua igreja certo sábado.
O pastor estava certo de que, em cima da casa de um membro que visitava, havia alguém.
E bateu à porta, mas ninguém o quis atender.

O pastor intentou em bater várias vezes, e nada. E então ele se foi.
Finalmente o dono da casa, ao sair, observou um bilhete pendurado junto à porta, cujo estava escrito o seguinte verso bíblico:
“Eis que estou à porta, e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa...” (Ap. 3.20)
no dia seguinte, o pastor insistente voltou à casa, e na porta estava pendurado um outro bilhete, em que estava grafado a seguinte mensagem:
“Ouvi a tua voz soar no Jardim e temi, porque estava nu e me escondi-me.” (Gn. 3.10)


Como estamo de fé? será que estamos crendo que Deus pode nos ajudar? ou estamos tentando a sorte com nosso conhecimento, com a nossa força? precisamos confiar mais em Deus, e acima de tudo ter FÉ!

Fé não se encontra em banca de jornal,
Não é crônica, artigo, composição,
É uma essência espiritual,
Que cresce no meio da provação,
A fé, quando exercitada, remove montanhas,
Ensinou muito bem nosso Senhor Jesus,
É o grande prêmio que se ganha,
Quando se trilha o caminho da luz,
Fé é uma grande virtude da alma,
Comporta o problema de todo dia,
Com fé, serenidade e muita calma,
Os enfrentamos com muita alegria,
A fé não é privilégio de nenhuma religião,
Não vem de palácios ou de uma simples tapera,
Transforma nossa vida através da oração,
um eterno verde, tendo o perfume da primavera!


Lembre-se:
Sem fé é impossivel agradar a Deus!!




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