





Crédito das Fotos e video são do Pr. IVAN TADEU PANÍCIO, assessor da Presidência da igreja em Curitiba, e do Cantor MOISÉS VIEIRA, que também faz parte da Igreja em Curitiba, que Deus vos faça prosperar em todos os vossos caminhos.
Considerado o terceiro grupo mais influente no Congresso – atrás apenas dos parlamentares ligados à saúde e dos ruralistas –, a Frente Evangélica passou a atuar de maneira com ainda mais força nesta legislatura com a posse do deputado Jean Wyllys (PSol-RJ), que defende a bandeira do movimento gay. Amanhã, no lançamento da Frente LGBT, o parlamentar vai protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que estende o direito do casamento civil aos homossexuais.
“Isso é antibíblico e fere a ética e a moral. Devem-se manter os valores da família tradicional. Permitir o casamento civil homossexual seria um passo para o casamento religioso”, defendeu o ex-deputado Pastor Pedro Ribeiro (PR-CE), secretário-executivo da Frente Evangélica. “Cada um tem liberdade de fazer com o corpo o que quiser, mas a Constituição só reconhece como casal um homem e uma mulher.”
O mesmo tratamento é dado pelo Fenasp em relação ao projeto que torna crime a discriminação contra homossexuais. A proposta já foi aprovada na Câmara, mas ficou parada no Senado na última legislatura e, no mês passado, foi desarquivada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP). “A Igreja nunca fez discurso de ódio contra ninguém. Não podem querem imprimir uma legislação sobre um debate infundado de que há um preconceito criminoso da nossa parte”, afirmou o pastor Wilton Acosta, presidente nacional do fórum. “Não se trata de preconceito, mas de defender a valorização da família.”
Ribeiro reforçou o discurso de Acosta e disse que, aprovar a proposta, significaria dar mais direitos aos homossexuais além dos que eles já têm como qualquer cidadão. “Apesar de laico, o Estado reconhece a manifestação religiosa. Além disso, todos têm direito à livre manifestação de pensamento e é o que estamos fazendo”, argumentou o ex-parlamentar.
Outro tema que os evangélicos criticam abertamente envolve a legalização do aborto, que é tratada em cerca de 20 projetos em tramitação no Congresso. Em um vídeo apresentado no fórum, o texto falava que o Brasil não pode passar pela “vergonha e maldição de ser um país a favor do aborto”.
As estratégias do Fenasp e da Frente Evangélica para barrar todas essas propostas é readequá-las aos seus “princípios” por meio de emendas ou, então, derrotar as matérias no plenário da Câmara e do Senado. “Também temos deputados nas comissões de Direitos Humanos, da Família e de Constituição e Justiça atentos a matérias nesse sentido”, revelou Ribeiro. Para direcionar a atuação dos parlamentares no Congresso, o fórum fará uma carta dos debates realizados em todo o país.
Ao ser questionada: “com a nova lei, o padre seria obrigado a celebrar um casamento entre homossexuais, sob pena de ser tachado de homofóbico?”
A senadora respondeu: “Claro que não. Há uma ressalva que preserva a liberdade de culto, inclusive a liberdade de poder dizer que, na interpretação daquela igreja, é um pecado”.
Primeiro esclarecimento:
A pergunta feita pela repórter está totalmente fora do contexto do PL 122/2006. Em nenhum momento aqueles que se opõem ao Projeto de Lei fazem-no com temor da obrigatoriedade do tal “casamento gay”, pois o PL 122/2006 não diz respeito a isto.
Segundo esclarecimento:
Ao responder a pergunta, a senadora Marta Suplicy fala que há uma “ressalva que preserva a liberdade de culto, inclusive a liberdade de poder dizer que, na interpretação daquela igreja, é um pecado”.
Não existe, no PL 122, ressalva alguma que versa sobre liberdade de culto e muito menos citando a palavra “pecado”.
Se a repórter quisesse realmente fazer uma pergunta séria, ela teria perguntado sobre os artigos polêmicos que realmente trarão sérios riscos à liberdade de culto no Brasil e até problemas para os pais.
Para saber mais detalhes sobre o real perigo do PL 122/2006
O artigo “O perigo do PL 122/2006“, de 2007, mostra com clareza o que realmente é este perigoso Projeto de Lei.
Ressalta-se que o PL 122/2006 estava arquivado, mas a senadora Marta Suplicy conseguiu a assinatura de alguns senadores e conseguiu desarquivá-lo. Dos mais de vinte senadores que assinaram o pedido de desarquivamento, um deles é do Rio de Janeiro – o senador Lindberg Farias. Este tem planos futuros no Estado ou Município do Rio e que certamente buscará apoio católico e evangélico para suas ambições políticas – chegará então a hora de inquiri-lo do porquê ele ter assinado o desarquivamento de um Projeto de Lei perigoso à igreja brasileira.
DIGA NÃO ao PL 122/2006 (Lei da “Homofobia” ou da “ditadura gay”).
DIGA NÃO ao PL 7382/2010 (Lei da Heterofobia, proposto pelo deputado federal Eduardo Cunha – PMDB/RJ). Tal PL penaliza a discriminação a heterossexual em até três anos de prisão (mais à frente vou escrever o porquê deve-se combater veementemente este outro PL).
Fonte:http://holofote.net
Com a ajuda da Senadora Marta Suplicy, Jean pretende fazer um “rebuliço”, como afirmou, na câmara federal, dizendo que sua luta será contra a bancada evangélica. O deputado carioca também afirmou que pedirá a abertura da contabilidade das igrejas evangélicas que recebem dízimo. Em cima disso o pastor Marco Feliciano fez um pronunciamento rebatendo tais informações dele.
Abaixo você confere a integra do pronunciamento do deputado Pastor Marco Feliciano na Câmara Federal:
É com grande satisfação que uso desta tribuna, neste momento, para manifestar minha preocupação com atitudes e posições de colegas que dizem representantes de minorias e tentam inverter valores, visando instalar uma ditadura de minorias nesta Casa, em contraponto com a grande maioria de deputados representantes de grupos de pessoas que prezam pelos bons costumes, não se reduzindo a apenas Deputados da Frente Evangélica.
Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções, falta de abstração intelectual para apresentar motivos mais substanciais para justificar sua lide e aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas, pois possuem um corpo de administração, com tesouraria e relatório de prestação de contas. Muitas com trabalho social tão relevantes, tirando drogados das ruas e amparado órfãos e idosos, muitas vezes as despesas superando em muito, as receitas.
Sabemos que a mídia sempre dá destaque para posições polêmicas. Entendemos e respeitamos, mas não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz. Esse é o objetivo de quem foi constituído pelo povo para representá-lo nesta Casa de Leis.
Graça a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum, com respeito à posição individual de cada um, desde que não intencionemos fazer com que, por causa da impressão que se quer dar, de fragilidade de determinados grupos, venhamos a renunciar a valores inegociáveis de nosso caráter e formação
Fonte: Gospel+
“Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.” Sl 31.24
“A nossa alma espera no Senhor; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo.” Sl 33.20
“Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.” Sl 39.7
"Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que re...