terça-feira, 24 de março de 2009

Cristãos verdadeiros em todas as situações

"[...] como servos de Deus, recomendamo-nos de todas as formas: em muita perseverança; em sofrimentos, privações e tristezas; em açoites, prisões e tumultos. [...] como desconhecidos, apesar de bem conhecidos; como morrendo, mas eis que vivemos; espancados, mas não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo muitos outros; nada tendo, mas possuindo tudo."
2 Coríntios 6. 4, 5a, 9 e 10
O apóstolo Paulo incentiva o povo de Corinto a se manter como servos verdadeiros de Cristo em todas as situações. Os cristãos perseguidos ao redor do mundo sabem como é difícil seguir essa orientação de Paulo, mas através das nossas orações podem ser fortalecidos para passar por todos esses momentos.
No Paquistão, um professor cristão foi demitido e dois alunos foram suspensos por expressarem suas opiniões sobre a Bíblia durante as aulas. Alguns dos muçulmanos presentes se sentiram ofendidos pela situação.
A polícia invadiu um culto no Uzbequistão e prendeu vários cristãos que estavam ali. Outros foram levados para um abrigo em Andijan. Esses acontecimentos demonstram uma piora na liberdade religiosa no país.
Dois cristãos idosos da Eritreia, presos em novembro do ano passado, foram soltos após pagarem fiança. Apesar dessas liberações, ainda existem muitos irmãos presos no país. Saiba mais sobre essa situação e ore por eles.
A Missão Portas Abertas participou de uma palestra sobre a Universalidade dos Direitos Humanos e a Liberdade Religiosa. Um dos palestrantes utilizou a Classificação de países por perseguição publicada pela Portas Abertas. Leia a notícia completa e saiba como foi.
Nossa oração é para que em todos os momentos, nas situações adversas ou de paz, na prisão ou na liberdade, sejamos exemplos do amor e da glória de Cristo.

Deus o abençoe,
Fone: (0--11) 5181 3330
Fax: (0--11) 5181 7525



5 comentários:

T.a.t.h.i.a.n.a L.u.c.e.n.a disse...

Amém, querido irmão!!

Sempre que venho aqui, sinto-me compadecida e impulsionada a orar mais mais pelos meus irmãos.

Que o Senhor lhe abençoe poderosamente!

=D

pbsena disse...

O desfio da Liderança na Pós-modernidade

Prefácio

Em nossos dias contemporâneos nunca se viu tanta ameaça ao evangelho e a fé cristã, pelo desenfreado pluralismo eclético e as misturas tendenciosas oposta da pós-modernidade no meio de nossa sociedade. A pós-modernidade tem trazido uma gama de conflitos que vem afetando a nossa sociedade secularista, levando uma forte influência, e aumentando o espírito humanista anticristão. Ela e seu movimento descontinuado vêm, afetando a raiz da consciência religiosa e teologal da cristandade. Baseado nesta ameaça as nossas lideranças precisam trabalhar de forma compreensiva, avaliando cada situação e o trajeto deste movimento para que tenhamos meios de se comportar, aplicando um bom ensino de qualidade e preventivo continuado.

Cap. I
As ferramentas essências de uma liderança cristã que pretende exercer sua função eclesiástica na pós-modernidade

1. Vender um marketing pessoal de forma correta e honesta
Diante do cenário de tantas transformações ocorrida no meio organizacional e social eclesiástico, surge a necessidade de um marketing pessoal de forma justa e honesta, como uma maneira de valorização, das capacidades e competências de cada obreiro da seara do mestre. Mas diante desta necessidade de um marketing pessoal, vem surgindo oportunistas com uma certa doze planejamento e estratégia, em uma arte de aparecer, desenvolvendo um processo de um marketing pessoal, mostrando características de ser aquilo que não é, e daquilo que não tem. Vender corretamente minha, “marketing pessoal”, não é só parecer competente, é ser competente naquilo que faz e diz, para que todos vejam a sua forma real, correta e bem intencionada de vender sua imagem, não comprometendo sua essência naquilo que é diante de Deus e do povo.
Estar bem claro que na pós-modernidade, vender nossa imagem, tornou-se uma ferramenta estratégica e essencial no processo de se conduzir com sucesso. No mundo atual em que vivemos é necessário que haja um marketing pessoal de nossa imagem mais, em doze certa, e planejada. Só assim será possível criar e desenvolver uma imagem coerente e consistente, em volta de associações psicológicas positivas, que dêem visibilidade necessária para que uma pessoa se transforme em uma referencia no ambiente vivencial, e possa fazer parte dos projetos da vida de outras pessoas.
O marketing pessoal pode ser definido como um conjunto de ações estratégicas, atitudes e comportamento, que conduzem a trajetória pessoal, para tenhamos um feliz sucesso por meio de qualidades e habilidades, inatas ou adquiridas pelo individuo, que aperfeiçoadas promoverão comportamento favoráveis a realização dos nossos próprios objetivos espirituais. Desafio: “Lembrar-se que sempre haverá um maior que você, e que você será sempre substituível diante de Deus”.
2. Doação daquilo que tem, de melhor que recebeu da parte de Deus A liderança na pós-modernidade tem sido cobrado com certa intensidade crescente, na assistência aos seus liderados com trabalhos de melhores qualidades e com mais afinco, para melhoria da vida do povo de suas vidas espiritual, para que sejam fluentes e prosperas. O doador deve estabelecer boas relações com todos, para ficar sabendo o que estar acontecendo no dia a dia do meio social. Ele deve ter como uma necessidade, ouvir as pessoas e encorajá-las naquilo que mais precisam dele. O doador muitas das vezes esquece sua própria vida, o qual não é recomendado, para se doar aos seus liderados, no caso suas ovelhas. Também deve nortear por um espírito voluntario, no cuidado social do povo sem uma visão financeira malévola, consciente de que não terá recompensa material, neste mundo Pelo seu esforço e sim a certeza que o terá de Deus o reconhecimento e a recompensa eterna no céu. Desajafio: Entender que seus méritos, estão em si mesmo por meio de Cristo, e não na imitação e aprovação de outrem, mas de Deus.

3. Observador prudente de tudo ao seu redor
Um bom observador tem como meta principal acumular conhecimentos e informações, para que no momento de uma tomada de decisão, não corra o risco de se desconectar dos outros, se tornando um mero observador do ambiente em que vive, passando a ser interpretado como um incompetente e desqualificado, deixando sua credibilidade eclesiástica comprometida aos olhos de todos.

4. Ser um gestor eficiente
Ser líder é uma vocação. E o vocacionado deve exercitar este dom no poder que Deus lhe deu, mostrando como ele é capaz de cuidar dos mais fracos, dos injustiçados e o dos que são menos visto, seja ele pobre espiritual ou material. O gestor deve tomar decisões no seu campo de trabalho em que ele é responsável vendo nesta decisão um consenso geral. Tendo uma administração sem parcialidade e sem discriminação, se a pessoa é pobre ou rica, não importa sua condição financeira todos merecem o cuidado de sua liderança. Fazendo assim fará com que o povo veja e passará confiar cada dia mais no seu líder. A liderança que assim faz tem a aprovação do povo e o louvor de Deus, no que faz para o bem de sua obra na terra. Desafio: Ouvir opiniões e receber critica e administrá-las em uma sabia condução, de forma que não prejudique e traga prejuízo a si e a seus liderados.

5. Ser mediador de olho no consenso geral
A liderança que é um bom mediador faz de tudo para manter sua equipe unida, mostra-se capaz de buscar um consenso geral com os seus liderados antes de tomar uma decisão para que não haja futuras complicações no que resolveu. E esta disposto a evitar rivalidades, conflitos e facções a qualquer custo, adotando uma estrutura de ação na hierarquia da igreja, evitando possíveis problemas no meio do povo. Atender todas as demandas na sua área de trabalho, e nunca nas suas decisões eleger favoritismo. Escutar todas as partes envolvidas em um problema ou em um conflito. Faz um julgamento justo e reto, e procurar soluções satisfatórias e pacificas.
Desafio Aceitar opiniões mais acertadas. Como bom mediador, mesmo não sendo a sua opinião.

6. Ter uma boa perceptividade e ser receptividade
A liderança que tem uma boa perceptividade e é receptível logo se perceberá que ela tem a capacidade de compreender e captar, as diversas situações de suas ovelhas. Líder que é bom receptível e tem perceptividade terá facilidade de uma boa comunicação e sintonia com seus liderados. A liderança para ter uma receptividade deve se despojar-se da antipatia do orgulho e do egoísmo só assim ele poderá ver e perceber a real situação de outrem. Despojar também, do preconceito, dos medos, do stress, dos bloqueios de consciência que maculam ou acuse, ou atrapalhe o bom desenvolvimento espiritual. E para ter percepção espiritual nunca desfazer os princípios da Santa palavra de Deus e fazer o Maximo para evitar receber peita que cega e retira a percepção. E por ultimo nunca julgar as pessoas pela aparência ou pelo que as pessoas dizem ou pense de alguém. E sim buscar e cultivar a percepção para fazer um julgamento de forma universal.

7. Ter voz branda e moderada, palavras adequada e corretas
A voz da liderança é o meio mais utilizado na forma de nossa comunicação no dia a dia; o e uso das palavras com suavidade e doçura é um santo remédio para quem o escuta. Os lideres por sua vez devem evitar para com seus liderados palavras agressivas e pejorativas. Pois que as palavras agressivas e pejorativa, são considerado pelo povo como verdadeiras pauladas e como já se sabe, que se em um rebanho o pastor levantar a vara para uma só ovelha, as outras correm com medo pensando de que a vara também vai lhe atingir, e se jogam por cima de pau, pedras precipícios, cerca de arame nem que aja dano ou, seja quebrem pernas patas ou mesmo que cheque até a morte. É por isso que precisa-se ter cuidado para não ter perda, pois a cobrança de Deus será certa a todos que assim o fizerem.

8. Carregar no alforje a ética da disciplina que aprendeu
Ter a ética no trabalho de Deus, para não trazer enfadonha a ordem funcional do trabalho. O obreiro hoje que não ousa a ética no seu ministério como uma verdade pratica já entrou pelo caminho do relaxamento, e tudo o que ele for fazer fora da ética será ridicularizo e zombado por não usar aquilo que aprendeu para o bem da obra de Deus e do povo. Caso não tenha a competência de conduzi-la e usá-la coloque a viola no saco, ou seja, cale a boca de tanto falar besteiras e borrarias aos ouvidos da igreja.

Cap.II
Combater a influencia, filosófica anticristã e o multiculturalismo religioso na pós-modernidade
A era da pós-modernidade na qual estamos vivendo, são assinalados pelo progresso. E, sobretudo pelos conflitos e contradições oriundos da própria pós-modernidade. E as lideranças precisam lutar para combatê-las, pois este mal tem se espalhado e vem tentando envolver a própria igreja com suas doutrinas diabólicas e anticristãs.
Veja:
1.Combater a filosofia humanista

A filosofia Humanista é uma filosofia que tem como base a celebre declaração que o “homem no universo é a medida de todas as coisas” e isto pressupõe que a filosofia humanista coloca o homem como o centro do universo em contraste com o ensino cristocêntrico e bíblico, que diz que todas as coisas foram criadas por Deus

2. Combater o relativismo humanista

O relativismo humanista prevalece pela ótica de que não há valores normativos absoluto universal, de uma pessoa auto-suficiente, no governo da humanidade que rege com regras e normas ou mandamentos. Segundo o relativismo cada individuo faça o que for melhor e lhe parecer bem, fixando seus próprios princípios morais de conduta. A tal filosofia faz com que surja uma zona cinzenta entre o certo e o errado que confunde as mentes menos informadas. A filosofia humanista vem desqualificando os princípios da santa palavra de Deus.

3. Combater a cosmovisão cosmogonia naturalista da pós-modernidade
A cosmovisão e seus adeptos são formados a partir de sua herança cultural, religiosa e social em que vivem. Os seus adeptos consideram o mundo e o que nele existe como um produto do acaso, eles tratam a criação e o seu surgimento vindo de uma evolução das espécies. Confrontando assim que a criação do homem não provém de Deus, mas de fenômenos aleatórios. Observação: Nenhum adepto da cosmogonia até agora não provaram a tal teoria de que homem veio de evolução aleatória em sua cosmovisão, suas teses têm sido apenas hipóteses e conjecturas sem provas de quem vive enganados e engodados pelos seus conhecimentos

A cosmovisão Cristã

Cosmovisão é um conjunto de suposições e crenças que alguém usa para interpretar e formar opiniões acerca da sua humanidade, propósito de vida, deveres no mundo, responsabilidades para com a família, interpretação da verdade, questões sociais, etc. Um cristão deveria ver essas coisas, e todas as demais, guiados pela luz que recebe da Bíblia. A Bíblia tem muitas coisas a dizer acerca da natureza humana, do mundo, propósito, verdade, moralidade, etc., como também acerca do mundo. Mais freqüentemente do que imaginamos, a Cosmovisão secular está em conflito com a bíblica. Por exemplo: onde o mundo nos mostra um homem desenvolvido, a Bíblia diz que ele foi criado e é em última instância responsável diante de Deus. Onde o mundo diz que a moral é relativa, a Bíblia diz que ela é absoluta. Onde o mundo diz que não há necessidade de salvação e redenção, a Bíblia claramente declara que todas as pessoas têm necessidade de confessar os seus pecados. O contraste é óbvio e profundo. Ambos não podem ser verdadeiros ao mesmo tempo. O mundo secular exalta o homem ao ápice do desenvolvimento da evolução, o soberano acima de tudo, ele domina, embora sendo apenas outro animal. Deus é “relevante” aos sistemas de crença dos supersticiosos e incultos. Visões tão opostas, no final das contas, acabarão por se confrontar. E no fim A doutrina da criação e crença no criacionismo triunfara.

4. Combater a multicultura religiosa

Este movimento de cultura religiosa deixa bem claro que as verdades quanto à religião são particulares e relativas e que cada indivíduo tem sua forma de acatá-las e expressá-las de maneira que cada um que busca a Deus faça do seu modo como pensa sem intervenção de terceiros. A multicultura tem seus objetivos confundir cultura com religião e historias folclóricas com a palavra de Deus; enquanto religião vem do latim (Religare) que significa religar o homem com Deus. E a cultura são um misto da herança de cada povo ao longo de séculos afora. Já o folclore e o conto são a crença em lendas completamente separados das Sagradas Escrituras.

5. Combater o ecumenismo universal e o paganismo

O paganismo ecumênico universal vem vestido com uma roupagem para enganar e dar idéia de algo novo, mas o comportamento é o mesmo e as tradições supersticiosas não mudam e não abandonam seus deuses e suas práticas idólatras. Nossas lideranças devem estar atentas e despertas para evitar tal união com o paganismo religioso.
6. Combater o hedonismo carnal e materialista
O hedonismo é uma doutrina que considera o prazer individual e imediato como único bem possível da felicidade do homem, é o princípio e o fim da vida moral, e isto é encarado com toda naturalidade. Esta doutrina tem atingido a sociedade de tal maneira que o homem tem visto com bons olhos pelo fato de não ter conhecimento de Deus.

7. Lutar no combate ao egocentrismo político e religioso

O combate ao egocentrismo político e religioso vem a cada dia sendo sufocado por diversas lideranças que vem mergulhando no egoísmo desenfreado de forma vergonhosa na era da pós-moderna, pois são coniventes e praticantes da corrupção passiva e ativa, quando se dispõem a fazerem politicagens dando ou recebendo subornos, esquecendo a vida espiritual deles e de seus liderados fazendo de suas Igrejas ou templos religiosos, verdadeiros comitês políticos, para lançamento de seus projetos ambiciosos e materialistas.

Cap. III
O stress e a depressão o grande vilão da pós-modernidade

A) O stress na era da pós-modernidade
O stress tem se tornado o grande vilão da pós-modernidade, problema este que só veio ser considerado e digno de um cuidado específico apartir da década dos anos 90, pois é um tipo de problema psicológico e emocional. O ser humano funciona como uma máquina, se houver defeito em alguma peça compromete todo conjunto ou sistema.É uma doença proveniente de uma vida agitada e corrida cheia de afazeres e preocupações e atinge todas as pessoas independente de sua classe social, faixa etária, cor ou religião.As lideranças eclesiásticas precisam ficarem atentas quanto a isto, pois é um grande desafio para lidar com esta situação, procurando buscar de Deus meios para que não haja prejuízo na obra de Deus.

B) A depressão na era da pós-modernidade
Definição: A depressão é o ato de deprimir-se ou a desvalorização de si mesmo. É também, abaixamento moral e físico de determinada pessoa que se encontra emocionalmente abalado e se acha que esta derrotado, sem saída no estado em que caiu, segundo ele tudo esta perdido e sem retorno de uma solução.
A depressão tem ganhado terreno na vida humana que é de causar preocupação. Pois ela tem sido motivo de muitas perdas de vida no meio da humanidade. Às vezes se fica perguntando e indagando por que este mal tem se alastrado tanto? Só temos uma resposta às perdas. Isto é a melhor resposta que se que se pode dar. (Então podemos enumerar algumas como: A) Perda material, que vem dominando o ranque e a causa de maior incidência dos casos de depressão pelo simples fato de o homem valorizar mais o material do que o espiritual. B) Perda na família: * De filhos que são levados pelo caminho das drogas e conseqüentemente pela violência. * Perdas na união conjugal, advindo de traição, Falta de amor, pela não correspondência de uns para com o outro, por não suportar e compreender a incompatibilidade um do outro. * Perda da sensibilidade e percepção espiritual divina. * Perda do bom siso, ou seja, do juízo. Este tipo de perda tem feito o homem desvalorizar e banalizar a vida, que ao seu vê não vale mais do que o de um animal. Foi este mal que fez com que Deus enviasse o grande dilúvio sobre os homens. Os sinais e sintomas da depressão, apresentando-se com as seguintes caracteriscas.
A) A angustia ou a penosa sensação moral por perda material ou espiritual.
B) Vem com a ansiedade ou a inquietação sem grau definido.
C) Apresenta-se com um excessivo desanimo e fraqueza física e espiritual.
D) O individuo mostra-se triste e de semblante desfigurado ou debilitado.
E) Apresenta um estado humilhante de se mesmo ou abaixamento de nível da personalidade e que encontra abandonado, desprezado, rejeitado, sem nenhuma atenção, de amparo de amigos família ou ate mesmo da assistência pastoral, passando a ter uma sensação de que esta nadando no oceano que não fim sem ter onde pegar em só um fio de cabelo.

Posfácio
Este trabalho visa mostrar como nossas lideranças precisam cuidar da atual situação do povo de Deus, para não serem enganados, iludidos pelo diversos meios que tem a teoria da pós-modernidade, que conduz e leva na sua cauda de enganos e trapaças tudo que temos e aprendemos de Deus e de sua palavra.

Atenção: qualauer pessoa pode utilizar minhas mensagens; como blogar colocar em sites, enviar para amigos, em estudos, seminarios, produzir em planfetos etc. desde que informe sua fonte que é [ Autor pbsena ]

Autor: pbsena 16/03/2009

pbsena disse...

A SÍNDROME DE DIÓTREFES o testa de ferro

Prefácio
A Bíblia fala, quanto ao trabalho desenvolvido, pelo obreiro Diótrefes, o que nos dá, para termos uma noção e uma idéia de quem era quem, pela sua personalidade, comportamento e sua maneira de agir na igreja primitiva.
Temos em III João 9 - 11 a menção de um homem que personifica uma atitude cada vez mais comum nas igrejas dos dias atuais. Diótrefes era o nome dele. Qualquer pessoa que visitasse aquela Igreja de pronto o reconheceria. Sua plumagem de pavão era identificável à distância!
Analise brevemente o “Currículo” deste homem, lembrando que o número de seus seguidores cresce assustadoramente, sob a desculpa do “homem espiritual”, do “Zelo doutrinário” e do “conservadorismo” exagerado.

DIÓTREFES, O PRINCIPAL ou o manda chuva (V. 9)

“Primazia” significa “Prioridade”, “o que vem em primeiro lugar”. Esse era o lugar preferido por Diótrefes. O “manda-chuva”, aquele sem cuja aprovação nada acontecia na Igreja. Aquele que exigia ter a palavra final em todas as questões. Aproveitando-se de uma personalidade forte, impunha sua vontade aos outros na base do “sabes com quem estás falando?” Diótrefes era incansável no “zelo” pelo bom andamento das coisas.
Tão espiritual era o irmão Diótrefes! Só não tinha aprendido que “Cristo é o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” (Cl. 1:18).

DIÓTREFES, O GARGANTA DE OURO (V. 10)

Falar mal da vida e ministério dos outros era tarefa fácil para alguém como Diótrefes. Destruir a reputação de alguém usando sua língua ferina não o incomodava. Distribuía “palavras maliciosas” como quem está fazendo algo absolutamente natural. Talvez ele até se sentisse mesmo na obrigação de espalhar boatos (verdadeiros ou não) sobre terceiros. Afinal, era preciso “defender os princípios dos irmãos…” E quem melhor do que Diótrefes poderia fazer aquilo?
Tão espiritual era o irmão Diótrefes! Só não tinha aprendido que “os irmãos não devem falar mal uns dos outros, pois um só é o Legislador e Juiz” (Tg. 4:11-12).

DIÓTREFES, O SABE-TUDO (V.10)

Uma Igreja que tem um Diótrefes, não precisa de mais ninguém! Para que acolher outros ensinadores? Quem mais neste mundo teria algo para ensinar? Um “servo de Deus” com tanta ascendência certamente pode dar conta do recado sozinho. E ai de quem não concordar. Será expulso da Igreja! Claro, está mostrando perigosas tendências de “abandonar os princípios”.
Tão espiritual era o irmão Diótrefes! Só não tinha aprendido que o homem espiritual é “pronto para ouvir, tardio para falar” (Tg. 1:19).
É bem verdade que as Igrejas que se reúnem como nós estão livres do chamado “pastor profissional”, que, via de regra, faz tudo sozinho. Mas não estamos livres dos Diótrefes da vida, que mesmo não o sendo oficialmente, impõem-se como senhores absolutos da razão, mandam e desmandam, intrometem-se no trabalho das pessoas que estão a centenas de quilômetros de onde estão e jamais aceitam o fato de que ainda podem aprender alguma coisa com os outros. Sim, estamos livres do pastor ordenado, mas ainda não conseguimos nos livrar de um mal maior: a síndrome de Diótrefes o testa de ferro! Fica o conselho inspirado do apóstolo: “Amado, não sigas o mal ,mas o bem. Quem faz bem é de Deus; mas quem faz mal não tem visto a Deus” (V.11).

Dótrefes o dominador do púlpito III Jo v, 9

O comportamento de Diótrefes dentro da igreja era percebido, pelo mais simples que fosse os irmãos, pois ele era aquele que dominava o púlpito da igreja. Na igreja onde ele se congregava este obreiro, todos tinham a obrigação de lhe obedecer em toda ação e em todas as áreas da igreja. Veja: A) Diótrefes o homem do púlpito:

Quanto à organização da igreja e a introdução de algum obreiro no púlpito da igreja, fosse local ou visitante, ele era o encarregado em primeiro lugar. Pra colocar alguém no púlpito, só conversando com o irmão Diótrefes e com mais ninguém. Na escala dos louvores, pregação e outros só o irmão Diótrefes resolvia.

B) Diótrefes o homem que recebe satisfação

Pelo escrito de João o Apostolo do amor o obreiro Diótrefes, monitorava a vida de todo mundo. Sair a uma visita em outro lugar ou em outra igreja tinha que avisar e dá satisfação ao irmão Diótrefes. Ei! pra onde você; vai? Avise o irmão Diótrefes. Senão!!!! Você vai ficar mal visto; ou com o risco de nunca mais ter socessego na vida por ter desobedecido “testa de ferro”. Tudo e todos tinham que informar a ele (TIM TIM, por TIM).

C) Diótrefes o homem que tem a ardilosa maneira de banir III JO v,10

O obreiro Diótrefes não era um homem de discussão mais, tinha a pior arte e mecanismo de destruição da vida alheia. Ele usava a oportunidade que tinha na igreja, para fazer valer sua palavra usando o poder de sua língua, destruindo tudo e todos pela frente, que ele achasse que fosse uma ameaça a sua pessoa e sua prosperidade e seu crescimento na igreja. Ele não aceitava oposição, critica ou rejeição a sua pessoa e desobediência as suas ordens. Todos tinham que está sobre seu comando e suas rédeas. Caso alguém o contrariasse; nunca mais ele deixava seu nome sobressair ou entrar em destaque em nenhum trabalho de maior importância dentro ou fora da igreja. Ele sucumbia qualquer pessoa que atravessasse seu caminho. Que tristeza para uma igreja que tem no seu ceio ou no seu meio os Diótrefes ou, os testas de ferro.

D) Diótrefes o homem insatisfeito com o que tem e sempre querendo mais

O pastor ou presbítero “O AMODA GAIO” já na sabia o que fazer, pois sua autoridade e sua pessoa e seu ministério estava comprometido, e em jogo na presença da igreja local, e quase por um fio. O irmão Diótrefes já não deixava o “Amado Gaio” trabalhar; ele era quem fazia e dominava ditando as normas. O pastor já era para ele apenas uma marionete e todo mundo da igreja já não mais procurava o pastor, era o obreiro Diótrefes. O pior de tudo não era o acima citado. Era que, ele estava insatisfeito e querendo mais. Diótrefes não reconhecia a João como Apostolo de Cristo. Supostamente ele queria ser o Apostolo regional. Ele se considerava o melhor administrador possível o homem do momento.
Diótrefes o homem parcial Biblicamente a forma como agia este obreiro tinha como uma de suas marcas registrada a “parcialidade”, pois ele só mantinha boas relações com quem lhe fosse simpático ou que ele achasse graça naquela pessoa. Ele é o retrato de muitos obreiros que se comportam de forma parcial com seus irmãos. Os tais obreiros abrem a boca dizendo: “meu coração não vai com fulano; e nem me entra, não consigo achar graça nele”. Em outras palavras eu o aborreço ou repudio de alma e coração. Viver e trabalhar com gente desta estirpe é viver e trabalhar inseguro e quase por um fio. Sabendo que qualquer momento, ele pode te jogar os pés, alegando em você falta de virtude e dom para trabalhar com ele. Ele tem a capacidade de desconsiderar, desfazer, tudo o que você construi no passado com muito esforço carinho e dedicação e á obra de Deus e aos seus irmãos.
Julgar a vida alheia sem ter certeza do que diz é como atirar em uma caça sem vê-la ao certo, perde o jumbo
Ainda lembro-me quando tinha os meus 15-16 anos, quando certa vez andava na propriedade de meu pai, ao meio dia, encontrei em um matagal, ou seja, em capão de marmeleiro um nambu que descançara naquele meio dia do Sol causticante e quente. Naquela hora não tive outra reação senão correr para a casa de pai e chamar meu irmão Zeca, que por sua vez pegou de mão uma espingarda e ambos corremos, para matar o nambu de um tiro. Aquilo para nós era um tipo de aventura pela pouca idade que tínhamos e pela pouca noção de maturidade que tínhamos. Corremos a toda pressa para matar o nambu; um animal tão dócil e inofensivo e indefeso. O que mais queríamos era fazer daquele animal era uma festa assando ao fogo. Derepente avistei supostamente, ao meu lado esquerdo, outro animal. Era um preá que também descançara como o nambu. Logo cochichei no ouvido de meu irmão Zeca. Olha aqui do meu lado esquerdo tem um preá! Veja que animal grande. Logo entre nós nasceu uma incerteza e indecisão em qual animal atirávamos. Meu irmão Zeca me perguntou! Neto em qual eu atiro? No Nambu ou no preá. Olhei pra meu irmão com os olhos girando de um lado para outro, sem saber o que responder e, então tomei uma decisão começando a falar tutibeando com uma voz tremula de queria responder ou não. Então abri a boca e disse atira no preá que é maior. Meu irmão se equilibrou entre os matos, colocando os pés em lugar firme, por razão de ali ter muitas pedras de seixos e começou a manusear a espingarda nas mãos, se virando para o lado oposto ao nambu, ação esta que dando ao nambu a oportunidade de um grande livramento da morte. Nesta hora meu irmão Zeca fez mira e atirou. Fez-se um som ensurdecedor que ecoou no sopé daquele pequeno monte, que assustou o coitado do nambu que então voou apavorado entre as arvores sem saber o que estava acontecendo, tomando direção ignorada. Passando a ação do atirador, Zeca; fomos certificar a respeito do preá se estava morto. Quando nos aproximamos, do suposto preá, percebemos que ele não havia saído do lugar; e que realmente não era um preá, tratava-se de uma pedra tosca, da cor de um preá e de tamanho proporcional a um preá. Então eu e meu irmão, Zeca atiramos em uma caça inexistente. Eu criara na mente, e nos olhos que aquilo era um preá.

Retirando lições deste fato real desta narração

O que eu quero dizer com esta narração deste e a respeito fato real, que aconteceu na minha vida; é um retrato que vem acontecendo hoje em nossos dias. Muitos estão criando mentalmente suposto erros na vida alheia, e começam a acusá-los sem ter a menor certeza do que realmente estão dizendo. E disparam tiros com suas palavras maldosas e infames contra seu semelhante sem nenhum temor a Deus que tudo ver. Meu querido irmão se caso, você está passando ou já passou por tal momento constrangedor, saiba com certeza que teu livramento virá a semelhança daquele nambu. Deus te livrará dos maldosos atiradores das e língua ferinas, ou seja, “Deus te livre da praga do mal visinho” como diz o ditado popular.
As pessoas que cometem maldade contra seu próximo, nunca estarão livres de sua consciência, da Memória e da Razão, que trabalham avisando do mal que fez ao próximo.
A) A consciência: A consciência a voz do homem interior, funciona como um despertador avisando que ele é culpado, merecendo a disciplina e o castigo da parte de Deus Gn 42:21- “Somos culpados no tocante a nosso irmão Jo 8:9 At 23:1 24:16 Rm 13:5 I Pe 3:21
B) A Memória: A memória tem o objetivo de fazer lembrar experiências boas e da vida e pregressa que representa suas mais variadas personagens autenticas.
GN 42:21- Vimos a angustia de nosso irmão e não acudimos
C) A Razão: A Razão é o poder e a faculdade que temos de avaliar, julgar e estabelecer relações de um juízo lógico, ou melhor, tem um bom senso ou juízo na cabeça.
“Gn 42:21- Por isso nos vem esta ansiedade”

Posfácio

A simplicidade deste assunto visa objetivar nossos obreiros a nunca entrar pelo caminho que trilhou o obreiro Diótrefes e de que nunca deve seguir seu exemplo. Senão você fará que todos levem de sua pessoa um triste testemunho pelo resto da vida afora.

Atenção:

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Autor: Pbsena

pbsena disse...

Honestidade testemunho ou uma farsa?

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Honestidade testemunho ou uma farsa?

Prefácio

A nossa vida de vez em quando passa ou é colocada a um teste de honestidade e testemunho e isso a nosso ver é um mal. Quando passamos por este tipo de teste, é muito constrangedor. Porém é um mal necessário, para que todos saibam que após este julgamento, percebam e vejam que nós não somos uma farsa. Só assim todas as pessoas descobrem quem é quem no reino de Deus se honesto ou falso. O bom é que sendo provado, fica comprovado da nossa inocencia; o melhor de tudo é que estamos aprovados diante de Deus e dos homens.

Textos chave
II Co 9:21 Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens.
Fp 4:8 -9
-Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
- O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.
I Pe 2:12. Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem.

O teste de honestidade na vida de Abraão.

A Abraão uma vez ao que se estabeleceu em Canaã, sempre viveu uma pacata e tranqüila, no meio daqueles povos, que não eram nada amigáveis. Mas, ele era um crente de cabeça no lugar, e não entrava em questões que não dizia respeito. Mais chegou o dia em que se viu obrigado a entrar em uma encrenca, em defesa de seu sobrinho Ló que havia perdido tudo, por ocasião da guerra entre os reis daquele tempo (Gn 14:1-11) E então ajuntou todos os seus servos que eram cerca de trezentos e dezoitos, e foi em busca de salvar seu sobrinho Ló. Que fora levado cativo com tudo o que tinha. Gn 14:12-17. Abraão havendo empreendido perseguição contra os reis, Anrafel rei de Sinar, a Arioque rei de Elasar, Quedorlaomer rei de Elão, Tidal rei de Goim; os encontro em Hobá à esquerda de Damasco. E havendo vencido voltou trazendo todo o despojo de Ló e dos demais reis, bem como toda a gente que eles haviam levado cativos da campina. Sucedeu que em sua chegada, saiu ao seu encontro o rei de Sodoma ao vale de Savé, para saldá-los e dá as boas vindas pela vitória e quem sabe, saber como foi que ele venceu tamanha multidão com apenas um pouco mais de trezentos homens e por cima de tudo eram seus servos, homens que sabiam apenas trabalhar no campo, sem nenhuma habilidade de guerrear. Mais como diz a Bíblia que “Deus quando quer salvar salva como poucos ou com muitos”.
I Sm 14:6. -Disse, pois, Jonatas ao seu escudeiro: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura operará o Senhor por nós, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos.

Ao chegar Abraão e Bera rei de Sodoma, após, dá as boas vindas da vitória de Abraão, propos, Bera um acordo em que consistia ou tinha como base o financeiro. Em que Abraão ficasse, com todo o despojo e ele ficaria com o povo. Sendo assim ele enricaria Abraão em gratidão, lhe dando uma recompensando em dinheiro, pela sua gente. Aquela proposta não foi nada bem vista aos olhos de Abraão, que por sua vez reage dizendo;
Gn 14:22-24
22 - Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma: Levantarei minhas mãos ao SENHOR, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra,
23 - Jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;
24 - Salvo tão-somente o que os jovens comeram, e a parte que toca aos homens que comigo foram, Aner, Escol e Manre; estes que tomem a sua parte.
Observação:
Que cada um de nós sejamos resistente às tentadoras oportunidades que o inimigo coloca em nosso caminho; e que cada servo de Deus viva de tal maneira que não deem motivos, em que o diabo nos acuse de sermos materialistas e vivermos em torno e ou beira da desonestidade. Vivamos como diz o apostolo Tiago. “FALAI E ASSIM PROCEDEI”.
Tiago 1:12 - Assim falai e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.

Teste da honestidade de José.

O comportamento de José era coisa notável desde sua adolescência e isto agradava a seu pai Jacó e irritava seus irmãos. Pois por sua honestidade que tinha não se deixava, envolver-se ou compactuar com o comportamento de seus irmãos, não aceitando a maneira de seu procedimento. Com isso ele mostrou-se um jovem autentico aos olhos de todos pela sua honestidade.
Veja:
A) José em momento algum jamais traiu a confiança de seu pai.
Ele era os olhos e os ouvidos de sue Jacó, trazendo a seu pai todo o mau comportamento de seus irmãos Gn 37:1-2, 14:17.
Observação:
A forte ligação que José mantinha com seu pai era motivo para seus irmãos, terem suspeita dele, e começasse a pensarem de que Jose seria o possível sucessor de seu pai, como o patriarca e chefe da família. E passaram a odiá-los Gn 37:4-11, 18-28. B) José quando em situações as mais adversas e acusações etc, ele a recebia sem murmuração e sem revide, ou, ameaça a quem lhe fazia o mal. José à semelhança de Cristo não sofreu por causa de cometer algum erro. Mais, sim em virtude de sua conduta honesta.

B) José já no Egito, na casa de Potifar é colocado como mordomo e homem de toda sua confiança. Potifar entregara em suas mãos tudo o que possuía e de nada sabia do que tinha, pois em nenhum momento fez indagações do tinha e o que estava prosperando em sua casa a pessoa de Jose, porque lhe tinha toda confiança depositada. Ele por sua vez em contrapartida nunca traiu sua confiança. GN 38:8-9.
C) A honestidade de José se percebia pela fidelidade e obediência a Deus (Gn 38:9) esta foi à razão que lhe fez capaz de não ceder as muitas oportunidades da tentação.
Pois sua honestidade fez com que o mesmo desenvolvesse e construísse capacidades de resistência ao mal.
1. Em virtude de seu caráter que ele construíra tornou-se dotado dos elementos da vontade de inteligência e de uma consciência bem formada capaz de vencer qualquer obstáculo que viesse pela frente. 2. Pelos deveres que tinha, ele reconheceu de que não podia por hipótese alguma ser desonesto traindo a confiança de potifar e de sua fidelidade a Deus, lhe guardou e protegeu de tamanho perigo, e do sofrimento que ele passou e pela perseguição e traição de seus irmãos. Ele tudo dava graças a Deus por está vivo (Gn 39:8) e recebia tudo como sendo a suprema razão de sua vida e existência como um servo fiel.

3. Resistencia à tentação
A resistência de José à tentação deu-se em três etapas à semelhança de Cristo.
A) José recusa em primeiro lugar mentalmente Gn 39:10
B) Ele manifestou sua recusa verbalmente Gn 39:8
C) Ele efetivou sua recusa e resistência à tentação mediante a fuga Gn 39:12-13 I Tm 6:11
Observação:
A fuga é das melhores alternativas para a pessoa que não se acha capaz de suportar a insistente tentação que vem de fora. Caso o cristão não veja outra saída de resistencia, o melhor é fugir.
Gl 6:1- Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo para que não sejas também tentado.
Hb 1:18 Porque naquilo que ele mesmo sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que säo tentados.

O teste de honestidade dos irmãos de José

Jacó ao chegar em Canaã, viu-se apertado com a família e com todos os rebanhos; pois a seca, que Deus havia revelado a José chegara e não poupou a ninguém. E então resolveu enviar seus filhos ao Egito, pois ouvira dizer que lá tinha fatura de cereais. E viu nisso a única alternativa para salvar a família e os rebanhos. E enviou Jacó seus filhos ao Egito. E uma vez chegando ao Egito; os irmãos de José não o reconheceram, pois já haviam passados vinte anos consecutivos (Gn 37:2, 46:53-54 ).
No entanto eles foram reconhecidos por José, porém eles não o reconheceram. Foi ai que José procurou descobrir se eles haviam mudado ou não; por meio de supostas acusações de serem desonestos e espiões. Os irmãos de José protestaram em face daquelas acusações que ele lhes fazia, dizendo que eles eram espiões. E eles consistindo em asseverar de que eles eram homens honestos e não espiões como dizia José. No entanto o objetivo José era vislumbrado a falsidade com que engendraram evidencias; para enganar ao pai com relação ao desaparecimento do seu filho José.

A aparente crueldade no trato de José para com seus irmãos, tinha em vista o objetivo, principal a comprovação de sua confissão de serem honesto como asseveravam ser era falso Gn 42; 27-35.
Muitas vezes o caminho do reconhecimento e do arrependimento, e da conciliação pode ser penosa e cheio de vexame pelo momento da prova. Porém, é necessário para o nosso próprio bem e recuperação, pelo despertar dos três elementos que nos faz reconhecermos que erramos ou pecamos contra Deus.
São eles:
A)A consciência: a voz do homem interior.
Ela funciona como um despertador fazendo com que o homem confesse e se declare que é culpado diante de Deus e que é merecedor da disciplina e o castigo divino Gn 42:21
B) A memória: O arquivo da consciência. A memória tem é faculdade de reter o conhecimento adguirido anteriormente.
A ela é a sede e o dispositivo no qual se podem armazenar, informações introduzidas e conservadas no qual podem-se ser recuperada posteriormente.
C) A razão: A sede do raciocínio
A razão tem a faculdade de fazer com que o ser humano tenha a capacidade de avaliar, julgar e de raciocinar. É também a faculdade que o homem tem de estabelecer relações de um juízo lógico, ou melhor, ter bom senso ou juízo na cabeça, para discernir entre o certo e o errado; julgando de acordo com a eguidade. Isto é, dar direito a quem tem.

As caracteriscas da razão, quando esta está ativa na vida do homem.
A)O homem que a possui ele induzido e levado a ser cauteloso e prudente em tudo que faz, evitando possíveis problemas futuro.
B)Traz ao homem o fundamento ou causa de uma ação justa, ou atitude, do ponto de vista. A razão é o principio do conhecimento da verdade independentemente da nossa experiência

O teste de honestidade na vida de Boaz
Boaz era um homem que tinha as mais variadas virtudes de um homem justo, como por exemplo: hospitaleiro, e de bom coração. Ele era um grande conhecedor da lei de Israel que dava direitos a viúva ao pobre, ao órfão e ao estrangeiro, e os cumpria com muito amor e dedicação. Rt 2:8-9
Mas um dia chegou à hora em que ele passaria por um verdadeiro teste de sua honestidade; quando pela ocasião da volta de Noemi. Noemi havia viajado para aterra de Moabe e lá perdeu seu marido e seus dois filhos. Ficando só sem esperança de um dia resgatar sua propriedade e a memória de seu marido visto que seus filhos não deixara descendentes para continuação nome ao seu marido; que requeria a lei do levirato, que consistia em que a viúva casasse com um parente mais próximo do falecido para suscitar nome, isto, Istoé, os filhos levava o nome do marido anterior. E reaver as posses do falecido dando continuidade também o mandamento da lei da propriedade. Caso a viúva não tivesse filhos perdia todas as propriedades passando ao parente mais próximo como irmão, sobrinho, tio etc. As filhas não tinham direitos a herança segundo a lei de Moisés. E então a viúva ficava em completo abandono mas as filhas se casos tivesse ressalvando se uma delas se casassem como um parente; protegendo assim a propriedade do pai. E se não! A viúva passava viver como os pobres, órfãos, estrangeiros e peregrinos no meio de seu próprio povo. Vendo de catar e respigar cevada ou outros cereais pelos cantos dos campos e pelo chão e isto em campo alheio e se encontrasse pessoas ruins que respeitavam as leis?

A sensibilidade de Rute.
A viúva Rute, sendo conhecedora das leis de Israel, apesar de ser estrangeira; tomou uma decisão que poucas pessoas teriam a coragem de fazer. Deixar sua terra e acompanhou sua sagra, revelando-se que amava à ela e queria servir ao mesmo Deus de Noemi o “Deus de Israel” e declarou dizendo:
Rt 1:15-17.
15- Por isso disse Noemi: Eis que voltou tua cunhada ao seu povo e aos seus deuses; volta tu também após tua cunhada.
16 - Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;
17 - Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. Noemi e

Noemi e Rute uma vez chegando a Belém teriam que procurar meio de subsistência. E como eram viúvas, e não tendo um parente que desce o sustendo como a lei recomendava, e não tinham alternativas, senão fazer como os demais necessitados que moravam em Belém, ir aos campos catar nos aceiros dos rosados dos belemitas os restos de suas lavouras, para dair poder obter o sustento. Como Noemi já era bem avançada em idade o trabalho ficou por canta de Rute. Aconteceu que indo ela ao campo caiu por sorte ela entra em parte dos campos de Boaz que era um homem de posses em Belém.
Prosseguindo Boaz com sua colheita e tendo já boa quantidade de cevada, chega o momento da debulha, quando por ocasião fazia Boaz uma festa gratidão a Deus pela boa colheita com todo seu povo e com quem estavam participando da colheita; onde todos tinham a liberdade de tomar vinho à vontade, em muitas das vezes chegada a esquentar o couro da testa. Isto é, ficava quente do vinho. E tendo Boaz durante todo o dia participado da festa e já meio quente do vinho; foi deitar-se.

Noemi sogra de Rute sabendo que Boaz estaria passando a noite no campo onde acontecia debulha da colheita da cavada, ensinou estrategicamente a sua nora Rute como deveria fazer para ter um aceso a Boaz e cobrar dele o direto da remissão, que lhe era devida e de direito como recomenda a lei de Moisés.
Rt 2:19-20.
Então Noemi mandou Rute ir alta noite deitar-se com Boaz. Então ela foi como combinado com sua sogra. Ela observou onde se deitara Boaz e deitou-se junto a ele. Quando Boaz movimentou-se em seu leito topou em Rute. E então ele pergunta quem és tu? Ela respondeu, sou Rute a nora de Noemi. Estende a tua capa, por tu és remidor. Boaz ficou surpreso com a ação daquela mulher que não fora a outro homem, mas procurou a brigo da maneira mais correta possível, e como havia prometido a sua sogra ao principio, quando ainda estavam em moabe de estar ao lado Noemi para o que der e vier, ou seja, fosse para vida ou para morte. Rute e Boaz passaram todo resto daquela noite juntos e nada aconteceu entre os eles. E saiu ela antes que o sol nascesse sem que ninguém o percebesse; assim provou Boaz que era um homem honesto. Rt 3:5-14.

O teste da honestidade de Paulo e de Tito.
O apostolo Paulo quando escreve em sua segunda carta aos corintios, diz aos irmãos que Tito seu enviado a eles era um homem honesto e de confiança, quando dizia é meu companheiro (II Co 8:16-17,21,23) junto a voces. Paulo também fala de se mesmo em suas cartas. E pelas suas palavras nas cartas ou epistolas, deu-se para entender, que os corintios o acusavam de serem oportunistas e de darem a eles um tratamento desonesto. Diante da acusação Paulo se defende declarando nos versos abaixo.
II Co 16-21
16 - Mas seja assim; eu näo vos fui pesado, mas sendo astuto, vos tomei com dolo.
17 - Porventura aproveitei-me de vós por algum daqueles que vos enviei?
18 - Roguei a Tito, e enviei com ele um irmão. Porventura Tito se aproveitou de vós? Näo andamos porventura no mesmo espírito, sobre as mesmas pisadas?
19 - Cuidais que ainda nos desculpamos convosco? Falamos em Cristo perante Deus, e tudo isto, ó amados, para vossa edificação.
20 - Porque receio que, quando chegar, näo vos ache como eu quereria, e eu seja achado de vós como näo quereríeis; que de alguma maneira haja pendencias, invejas, iras, porfias, detrações, mexericos, orgulhos, tumultos;
21 - Que, quando for outra vez, o meu Deus me humilhe para convosco, e chore por muitos daqueles que dantes pecaram, e näo se arrependeram da imundícia, e prostituição, e desonestidade que cometeram.

II Co 11:8-13.
8 - Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado.
9 - Porque os irmãos que vieram da Macedónia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei.
10 - Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória näo me será impedida nas regiões da Acaia.
11 - Por quê? Porque näo vos amo? Deus o sabe.
12 - Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasiäo aos que buscam ocasiäo, a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.
13 - Porque tais falsos apóstolos säo obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.

Paulo e Tito eram o obreiro que fazia a obra de Deus funcionar, com autoridade que Deus lhe dera. Eles eram do tipo de obreiros que pregavam e cumpriam com o que pregavam (Tit 1:5) e por isso podia reprimir e combater todos os que se diziam obreiros honestos e não eram. Tt 1:6-16

O teste da honestidade de Jó.
Jô 2:1-22

Na Bíblia Sagrada não existe um exemplo maior de honestidade do que quando se fala de Jó e de sua prova. Este homem foi provado de tal maneira que chama a atenção de todos que leem sobra sua vida. Certo dia Deus disse a Satanás conheces meu servo Jó que não existe homem fiel e honesto como ele? Respondeu Satanás; sua fidelidade e lealdade a tua pessoa nada mais é, do que tua benção sobre ele. Por isso é que ele tem sido fiel a ti em tudo. Toca nos seus bens e em sua vida e verás que blasfemará na tua cara. Então Satanás instigou a Deus contra a vida de Jó, alegando que sua prova descobriria ou levava ele a infidelidade a Deus. Provando a Deus, que, o que Ele dizia de Jó era falso. E então Jó levado à prova perdeu tudo. Bens, família, saúde; mas não blasfemou contra Deus. Pelo contrario louvor e bendisse o nome do Senhor Jeová.
Jó 1:13-22.

O teste da honestidade Daniel

Quando se deu a primeira deportação de Judeus, por Nabucodonozor (o reino de Israel tinha chegado ao seu fim quase um século antes), ou imediatamente a seguir à sua vitória sobre os egípcios, na segunda batalha de Carquemis, no quarto ano do reinado de Jeoiaquim (606 a.C.), Daniel e outros três jovens da nobreza foram levados para a Babilónia, juntamente com parte dos vasos do templo. Aí ele foi obrigado a entrar para o serviço do rei da Babilónia e, de acordo com os usos dessa época, recebeu o nome caldeu de Belssazar, i.e., “Príncipe de Bel”, ou “Que Bel proteja o rei!” É provável que morasse no palácio de Nabucodonozor, agora apenas um montículo de ruínas de terra sem forma, denominado por Kasr, na margem direita do rio.

Foi lá em Babilónia
na época do reinado de Dario o profeta Daniel passou por diversas situações que só ele saberia explicar para nós, caso ele fosse vivo. E uma de sua maior prova foi à perseguição feita pelos seus inimigos que faziam de tudo para encontrar nele algum erro que o incriminassem diante do rei Dario. Mas, em Daniel jamais foi encontrado erro ou culpa diante de Deus e do rei. Certa feita o rei Dario manifestou seu desejo em estabelecer no seu reino três presidentes que o ajudasse o rei manter a organização e arrecadação dos impostos em todas as províncias de seu reinado. E colocou três presidentes um deles era Daniel, e, além disso, pretendia um dia colocá-los acima de todos no seu reino, porque achou nele, espírito excelente; em outras palavras viu nele um espírito honesto sendo seu preferido de entre os demais para trabalhar ao eu lado. E era exatamente o que os satrapas e os dois presidentes temiam. (Dn 6:2-3). Os adversários e inimigos de Daniel, como não tinham, de que o acusar, de algum erro ou desonestidade, na arrecadação dos impostos em seu setor, no qual ele era responsável; procuraram um pretexto religioso para poderem derrubar a Daniel de sua posição torná-lo mal visto, diante do rei e do povo. Esses homens já não olhavam para Daniel como bons olhos, pois achavam que Daniel era uma ameaça a eles e sua posição dentro do reino Dn 6:5,10-13 Observação:
Quando Daniel soube que a lei fora feita e planejada somente para lhe atingir, nunca deixou de orar e adorar ao Senhor Deus sem se envergonhar seu Deus e de ser chamado de crente em Jeová. Ele permaneceu buscando ao Senhor e adorar, mesmo sabendo que corria perigo de morrer.

Homens que passaram por teste de honestidade e foram desaprovados.
1. Judas Iscariotes.
O senhor Jesus ao iniciar seu ministério chamou homens que o auxiliasse no trabalho ministerial, depositando neles confiança. E dentre eles um era Judas Iscariotes. Esse obreiro trabalhou o tempo todo ao lado de Jesus como tesoureiro, e Jesus sabia muito bem quem era Judas Iscariotes, mas, nunca lhe tirou do cargo de tesouro nem andou difamando e espalhando boatos de seu nome para as pessoas, mesmo ele praticando a desonestidade e desvio de dinheiro. O que na verdade não valeu a pena.
Jo 12:4-6. 4-Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:
5 -Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres?
6 -Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.

Observação:
É muito interessante notar a maneira como Judas manifestava sua preocupação para com as pessoas mais simples, como os pobres, as viúvas, órfão e estrangeiros. O que nos intriga é que, tudo isto era apenas uma farsa. Ele vivia as escondidas praticando coisas desonestas e apresentava uma honestidade inexistente à presença do publico. Ele só não podia esconder de Jesus que era a única pessoa que sabia de tudo quanto ele praticava ou fazia.

2. Ananias e Safira.
Logo após a ascensão de Cristo ao céu os apóstolos deram continuidade à pregação do Evangelho, por todos os lugares possíveis. E a igreja cada dia se enchia de gente de todos os cantos. E vinham com diversas situações diferentes uns dos outros. Uns eram pobres; outros tinham uma melhor condição financeira, mais os apóstolos faziam de tudo que todos tivessem assistência na medida do possível. Mas a coisa que mais chamou a atenção foi o poder de Deus que operava na igreja de tal forma, que povo valorizou o espiritual em primeiro lugar em suas vidas. E pelo gozo e alegria que pairava sobre eles foram vendendo suas propriedades, pois para eles aquilo não tanto sentido para eles visto que primeiro esperavam a vinda de Cristo como naquele tempo e também porque seus bens muitas vezes eram espoliados ou tomados e vendiam suas propriedades traziam parte ou metade da venda e o depositavam aos pés dos apóstolos, que por sua vez faziam a distribuição entre os irmãos mais necessitados. Aconteceu que certo casal vendendo sua propriedade, os dois juntos combinaram trazer parte da venda de sua propriedade, e entregar aos pés dos apóstolos; alegando terem trazido, a metade da venda, o que era mentira. Foi ai que eles passaram por um momento difícil de teste, de sua honestidade e foram desaprovados. Receberam como castigo a morte.

At 4:33-37. 33 - E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
34 -Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.
35- E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.
36 Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,
37 -Possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.
AT 5:1-3
1 - Mas um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade,
2 - E reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos.
3 -Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade?

Observação:
A vida de vida de Ananias e Safira é o retrato de muitos crentes de hoje, que asseguram com toda certeza serem honestos e pregam uma coisa; o que e na realidade é outra. E fazem completamente diferente do que dizem, pregam mais não fazem ou cumprem como pregam. Tais pessoas prometem como ninguém e descumprem como nunca.

Prefácio
A elaboração deste assunto tem como objetivo, mostrar como o homem é carregado de fragilidade e carente de uma mudança para ter uma vida mais pratica no cumprimento do que diz, em vez de viver disfarçado de homem honesto sem ser, e apregoar verdade para cobertura da mentira.



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pbsena disse...

Quando Deus decide Agir tudo se resolve

A Deus é impossível o impossível permanecer, quando em sua santa e soberana vontade decide agir em favor de seu servo (a), quando menos se espera nos vem a resposta e a solução daquilo que queremos e almejamos na vida. Não há sonhos, anseios, desejos, solidão, problemas que permaneça ao nosso redor. Nem inimigo fiquem de pé em nossa presença. Deus tem seu jeito de atender a necessidade de cada um de seus servos para dar-lhes dar vitória. E consolando o coração e dando sossego e tranqüilizando de alma e espírito, vindo tudo ao seu lugar com solução e ação concreta para que nada fique sem ser solucionado.

Vejamos o que acontece quando Deus age a nosso favor: 1-Faz corvo contribuir e virar garçom I RS 17:5-7

2-Faz com que quem, não tem nada te ofereça o ombro amigo e um tratamento digno de servo (a) de Deus I RS 17:8-16

3-Faz com que a jumenta fale como se fosse humano aos que se opõem ao caminho NM 22:27-34

4-Faz com que escutemos o barulho da chuva ainda com a nuvem em formação e do tamanho de uma mão humana I RS 18:44-46

5-Faz com que os que profetizem maldições contra nós mude a profecia em bênção NM 24:12-14

6-Usa pessoas de quem não esperávamos para nos transmitir boas noticias 2 RS 7:3-15

7-Abre porta no céu e manda socorro e ajuda quando a viagem por ser longa e perigosa no caminhar I RS 19:4-8

8-Faz o ferro nadar ou flutuar 2 RS 6:1-7

9-Faz com que a morte fuja para bem longe de nós 2 RS 4:38-41

10-Faz nosso azeite multiplicar sem auxílio de mãos humano 2 RS 4:1-7

11-Faz o parar o sistema solar e faz os planetas mudar sua rota JS 10:12-14 I Is 38:5-8

12-Faz com que nossa vida tal qual a vara de Arão torne florida nos dias mais sóbrios quente da vida no deserto da vida Nm 17:8-13

13-Nos momentos de mais escassez e seguidão da vida surjam água que mata e sacie nossa sede Nm 20:2-13

14-E por ultimo. Enfim, quando a coisa emperra que não dá mais pra prosseguir ou continuar, Ele abre uma janela no céu onde podemos ter oportunidade de vê um pedacinho do céu brilhando em nossa direção GN 28:10-17

Que diremos do cuidado que Deus nos tem? No deserto cai manar do céu, aparece cordonizes sem saber de onde veio, sempre têm uma Raabe para dá apoio no momento em que precisamos. E muitos outros meios que pelo qual nos socorre só para nos ver felizes e alegres com sorriso no rosto e no coração pelo maravilhoso do cuidado

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