sexta-feira, 7 de março de 2008

Flor Mulher

No árido e frio deserto
Da humana existência. . .

Entre desilusõe
s. . . falsidades. . .
Desencontros. . . desencantos. . .

Certo dia de verão

Eu vi nascer uma flor. . .

Despontou aos poucos. . . pequena. . .

Tímida. . . ingênua. . .

Cresceu. . . transformou-se enfim:

Belas form
as de mulher. . .

. . . E desabrochou
Entre lágrimas e risos. . .

Infernos e paraisos. . .

. . . E sorriu para a vida

Em seu doce esplendor

De fragrâncias e cores

Ah. . pequena flor!

Deixe-me chamá-la de amor

O maior amor dos amores ! ! !

Desenvolveu-se. . . tão branca e pura. . .

Tão sensivel e insegura

Em sua virgindade natural.


Certo dia. . .

A flor conheceu o poeta

Que a regara. . . a cuidara. . .

Que a fez sentir-se flor

Ah, pobre florzinha!. .

Finalmente soube o que é amor. . .

. . . E amou sem reservas. . . loucamente. . .
Na doce inocência de seu coração
De flor. . . de mulher. . . de paixão.

E sofreu. . . a flor sofreu. . .

. . . E conheceu a dor. . .

Da amarga desilusão.


Porém entre pedras. . . cactus e espinhos

Pelas tortuosas curvas do caminho

Será sempre uma flor. . .
Continuará eternamente mulher.


Mulher que eu amo. . . e chamo. . . Mulher flor. . . sempre. . . flor mulher ! ! !


Neste dia Internacional da mulher, quero de coração desejar a todas as mulheres, a benção de Deus sobre vossas vidas, e em especial sobre a vida de duas mulheres que amo muito.


Minha querida mamãe


e minha Flor Mulher, minha esposa Elizabete




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